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Cabelo… é assim, só se habituar a arrumar! igual desodorante!

Dá trabalho cuidar dos cabelos, mas a verdade é que é só mais um hábito que se adquire a partir da prática do dia a dia… Veja alguns estilos que podem te inspirar a mudar o hábito de apenas deixar ele ser o que quer…

Esse coque é bem estiloso e simples de fazer… você precisa do acessório para ficar assim (veja na foto abaixo)

 

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Outro acessório bacana que prende muito o cabelo é essa “molinha” dura. Ela tem o poder de “segurar” bem o cabelo. Você pod

 

 

 

 

 

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Numerologia 2018 – O que esperar de 2018?

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Se em 2016 a energia era de finalização de ciclo, 2017 foi a de início de ciclo que trouxe o impulso e impeto para começar projetos e com as incertezas e surpresas que o final de ciclo, junto com início, nos premiam.

Em 2018 tudo vai ser intenso também… o 2 de 2018 é o resultado da soma de 11 (1+1), que traz a energia forte o número 1 duas vezes. O 2 é um ano de emoções, tanto negativas quanto positivas. Os extremos estarão a flor da pele, trazendo algumas atitudes dúbias nas pessoas. Uma hora escondendo os sentimentos e outras se abrindo completamente o que pode gerar conflitos.

As pessoas estarão mais na defensiva, prontas para proteger seu território. O respeito ao outro e o cuidado ao escolher as palavras deverão nos guiar nos relacionamentos, assim não afetamos o outro.

O 2 também é a conciliação, não é mais o unitário e solitário 1, é o 1+1, que pode trazer embates, mas também a conciliação. Pense nisso, ou melhor, se apegue nisso. Sempre a conciliação é melhor que a separação.

Será um ano de aprendizado, porque para administrar os sentimentos será necessário forçar o amadurecimento. Será tenso, mas proveitoso ao seu final.

Uma questão que evidenciará a energia do número 2 será a eleição, onde os extremos vão estar exaltados com certeza, mais que o que já presenciamos. Isso nos dá um panorama de que a paz não será o pano de fundo. Novamente vale reforçar que cada um de nós tem que buscar a maturidade para equilibra esses extremos. Lembrem-se: conciliar e amadurecer.

Se o universo masculino está conectado ao número 1, onde a busca pelo que se deseja fica em evidência, o universo feminino está conectado ao 2, trazendo a suavidade, o colo e gentileza da mulher. Isso nos indica que, depois da energia impulsiva de 2017, existe sim uma suavidade também presente. Não será ano de lutas, mas um ano que se deve atentar para as oportunidades certas, ter paciência para entender o que vale a pena e deixar fluir para que a oportunidade amadureça. Não é ano para correr, mas para fluir, gestar um novo momento que se iniciou em 2017 e que está querendo germinar.

Concluindo, é um ano onde extremos estarão presentes pela energia dupla do número 1. Mas também é um ano onde a natureza feminina (energia do 2) se faz mais presente que os outros anos, nos dando a oportunidade de auto-conhecimento, calma e atenção para identificar terrenos férteis para crescimento dos nossos desejos. Não se deixe levar pelos extremos e busca a sabedoria, conciliação e paz para identificar o que é melhor para você.

Feliz ano 1+1=2

#sejamaissejavoce

#numerologia

#ano2

 

 

 

 

 

 

 

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Empresas com Propósito

Empresascomproposito

Parece idealista, mas não é. Empresas com Propósito tendem a fazer muito mais sucesso do que as empresas baseadas apenas em lucro. E, pode parecer estranho, mas é perfeitamente viável ganhar dinheiro com um propósito. Como soa dissonante, lucro e propósito, as pessoas não acreditam que é possível. Mas hoje assisti uma palestra que deixou muito clara essa possibilidade, na verdade, mais do que clara, ficou obvio que esse é o único caminho para que a empresa sobreviva financeiramente saudável.

É fato que uma das dificuldades das empresas hoje é a manutenção de uma equipe e uma equipe motivada e engajada. Fica simples entender quando pensamos nessa geração, a geração millenium. Na análise geral, até pensamos que são descompromissados, desmotivados por natureza, sem responsabilidade e sem visão de futuro. #sqn… entendo que a motivação deles não está no salário do final do mês com as garantias que a CLT oferece. Isso tem pouco valor quando comparado com como entendem o mundo e o que esperam dele daqui em diante.

Os milleniuns não vieram para “trabalhar”, vieram para contribuir, agregar, compartilhar, dividir, etc… Eles entendem que uma empresa que tenha um sentido maior do que o lucro motiva mais do que as que não têm. Sabe aquela pergunta que faziam em entrevistas de emprego? Como você se vê daqui a 5 e 10 anos? então, numa gestão sem propósito a resposta ideal é “quero ser o gerente e o diretor da empresa” já numa empresa com propósito é “quero ter contribuído para diminuir a fome, quero ter participado do atendimento a 30 pessoas, quero ter empoderado as mulheres no ambiente x, quero ter protegido x pessoas da febre amarela, etc…”

Faz sentido para você? nossa, para mim faz muito.

Algumas empresas com propósito, a título de exemplo e para esse texto não ficar tão etéreo:

  • Dr Consulta (a intenção era entregar saúde para os mais necessitados, sem os altos custos dos planos de saúde e em melhores condições do que o sistema público de saúde)
  • Lady Driver (empresa de transporte com motoristas do sexo feminino)
  • Facebook (yes… a motivação sempre foi a conexão de pessoas e não uma empresa com fins lucrativos, lembra do início? hoje ampliado para empresas)
  • Mãe Terra (que garante manter suas intenções mesmo pós Unilever)

Concluindo, se o modelo for lucro exclusivamente, conseguir aderência contínua vai ser um desafio… já, se o modelo tiver uma missão com um propósito maior, de devolver para a sociedade algum valor, naturalmente deverá atrair colaboradores apaixonados pela causa, que será muito mais lucrativo no final do que o primeiro modelo.

Foi esse meu #aprendizado de hoje na palestra do Facebook Summit 2017.

#sejamaissejavocê

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Mapa Astral, você entende?

Falar sobre as características das pessoas correlacionando com o zodíaco é muito interessante. Confesso que algumas pessoas são o signo “escarrado” e outras nem tanto. Quando não o são, entendo que isso acontece por algumas questões no mapa, que chamam de ascendente e a relação dos planetas interferindo em algumas casas.

Não sou astróloga, mas desde que me conheço por gente, vivo tentando entender mais do que os fatos, explicar o que está por trás de alguém ou do momento e por isso, sempre busco as razões ocultas, sejam elas voltadas para o entendimento da educação que a pessoa recebeu até a numerologia e astrologia.

Em astrologia, existem alguns princípios básicos que explicam o mapa astral, que é o retrato do céu quando a pessoa nasce, indicando suas características principais, suas tendências e possibilidades de exploração da felicidade.

Em grandes linhas, os princípios básicos que falei acima são:

Casas: onde acontece (são ao todo 12 casas, passando por corpo material, saúde, trabalho, amores, hábitos, dentre outros)

Planeta: o que acontece (são as características latentes que agem sobre as casas)

Signo: como acontece (os signos dão a forma do acontecimento, podem ser mais equilibrados como Libra, mais impetuosos como o Aries ou mais detalhista como Virginiano, por exemplo)

mapaastral

Bilhete de quem entende de Mapa Astral

Então, apesar dos nomes serem todos diferentes do nosso dia a dia, parecendo mais uma ciência do que a pessoa que está do seu lado, o mapa astral nada mais é do que a uma análise da pessoa abordando como ela é em quais situações da vida.

Você pode ser dramático como peixes no amor, mas exigente e determinado como virginiano no trabalho. Tudo uma questão de mapa astral, ou ainda, quais influencias você recebe de acordo com os planetas no momento que você nasce.

É isso gente… nos outros posts vou falar um pouco de cada signo, porque sempre vale a pena! e em algum momento, da numerologia, que adoro e também acredito!!!

#sejamaissejavocê

#mapaastral

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Apego e Desapego

Tem tempo de se agarrar mas também tempo de se despedir. A questão é quando fazer um e quando fazer outro. No geral, cada um tem uma tendência, uns são agarrados, apegados e gostam de segurar tudo, por conforto, hábito, insegurança ou vários outros sentimentos. Já outros são daqueles que não se apegam a nada ( o que também é péssimo), nada tem valor, nada é permanente e nada é estável. Gera uma insegurança danada em quem está do lado.

Independente da tendência natural de cada um, nossa história é construída através da mescla de apego e desapego. Cada hora um comportamento faz sentido, e também, cada item, relacionamento, pessoa ou situação, exige uma forma diferente de lidar.

Então veja que tudo é relativo em relação ao apego e desapego. Não existe verdade absoluta, mas existe um máxima que diz que a ponderação é o melhor dos mundos. Tudo que é radical não faz bem para ninguém. E quando ou como conseguir essa ponderação? acho que vem da mistura da razão com o coração. Eu tenho para mim que o coração se apega e a razão desapega. Quando algo ou alguém está te fazendo mal e machucando a razão precisa entrar e defender o coração, indicando que o desapego deve ser feito. E o contrário também é verdadeiro, quando a razão começa a te fazer ficar frio, solitário, individualista, o coração deveria agir, fragilizando a razão para que o apego seja feito.

Acho que isso tudo não é fácil, porque não é um processo natural em quem está nos extremos (apegados ou desapegados demais). No fundo a ponderação é uma conquista de cada um. De verdade é uma vantagem para ser feliz e, como tudo nessa vida, tem que ser trabalhada e conquistada. Para isso acontecer é preciso ter auto-conhecimento e se dedicar a pensar sobre você e sua vida, nos mínimos detalhes. E, ao se perceber, saberá quando se abrir e quando se fechar, quando se entregar e quando desistir, quem te merece e quem não te merece, quais peças manter em casa e quais doar, quais comportamentos te fazem feliz e quais te entristecem e assim por diante.

É isso ai… Faça a sua parte hoje, se apegue ou desapegue ponderando sua felicidade! E eu vou aqui me desapegando desse tema agora, porque senão fico horas escrevendo de tão apegada que sou rsrsrsrs.

#sejamaissejavocê

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Prioridade, qual é a sua?

Saudades de escrever…

Fico pensando porque deixamos de lado algumas coisas que gostamos de fazer? sim, existem as desculpas tradicionais, não tenho tempo, o dia-a-dia me consome, o trabalho exige demais e os filhos são prioridade.

Mas de verdade, quando a gente gosta de fazer alguma coisa, a gente acaba dando um jeitinho. Tem uma amiga que é dessas super ocupada, sempre correndo e parecendo que deixou de fazer um monte de coisas. Mas as unhas dela estão sempre feitas, e não só pintadas, mas feitas mesmo, daquele jeito de parar na manicure e pedir para tirar os cantinhos.

Fico com inveja (branca tá?) porque eu deixo de ir no salão de vez em quando. E fazer a raiz ou a “raizinha” como diz meu cabeleireiro? deixo beeeem de lado. Vou quando sinto vergonha do espelho. Fiz tanto isso que agora resolvi deixar mais claro o cabelo, assim o contraste dos brancos é menor e posso demorar mais para ir fazer a “raizinha”.

De toda forma, o que percebo, independente de unhas, mãos, hobby ou qualquer atividade, a questão fundamental é a priorização que a pessoa faz na vida. O quanto ela entende que é importante cada uma dessas atividades. E nunca as prioridades dos outros serão as nossas, ou melhor, iguais as nossas.

Por isso, depois de pensar bem, deixei de me sentir mal porque não estava tão “em dia” quanto outras mulheres. Minhas prioridades não são cabelos e unhas e sim ler um livro, estudar um tema, assistir um filme e agora também voltar a escrever no blog.

Então viva a Liberdade de escolher o que fazer com o tempo livre, sem julgamentos ou exigências!!

 

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Vou lá fazer meus 21km e já volto

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Para os corredores sem ambições de se tornar atletas e que correm para fazer exercício e se manter  saudáveis, correr uma prova maior, com distância acima de 10km, se torna um evento. Esse evento, para acontecer de fato, exige treinar o corpo para atingir a quilometragem desejada sem passar por grandes sofrimentos e nem terminar a prova com o gosto de “não quero mais”. Sim, muitos dos que desistem de correr o fazem por ficarem traumatizados com a prova em si, já que não houve um preparo adequado. E na hora da prova, vale tudo, com dor ou sem dor você cruza a linha de chegada, no mather what. A adrenalina que te envolve aliada à energia das pessoas de todas as raças, cores, idades e motivações é tão grande que nenhuma dor interrompe sua jornada. Por um outro lado, tudo na vida tem um preço, quando não se paga antecipado, programando treinos adequados, se paga depois, se distanciando de um esporte prá lá de democrático, acessível, saudável, flexível e moldável a todos os tipos de pessoas com qualquer tempo disponível. Correr é um esporte que exige apenas um tênis relativamente bom para não machucar as articulações e tempo, qualquer quantidade. Simples assim e você está dentro da atividade.

No início desse ano decidi treinar mais sério e atingir o objetivo de correr minha primeira meia maratona. Não é nada importante quando você está ouve as conversas dos corredores há tempos na estrada, que correm as maratonas (42km), os solos de 75km e assim por diante. A minha será de 21km. Estou feliz por estar dando um passo desses que para mim já é um grande feito, faço provas de 10km há alguns anos e não muito mais que isso.  E o mais importante disso tudo, é estar conseguindo manter a consistência e regularidade nos treinos para evoluir aos poucos o meu corpo sem me machucar. E para que essa regularidade seja mantida, muitos outros programas tem sido deixados de lado, tanto os gastronômicos quanto os encontros com amigos para uma tacinha. Uma agenda de treinos envolve dias mais puxados, com maiores quilometragens e dias com menores quilometragens mas com ritmos mais acelerados, é como se você não pudesse faltar em nenhum, pois todos são importantes para sua evolução. Lembra na escola, quando você queria faltar e olhava a agenda de aulas para saber qual delas você poderia ficar sem? e cada dia tinha uma que você pensava, essa não posso faltar porque é importante, a outra não posso porque tirei nota baixa na primeira prova, e a outra não posso também, porque já faltei mês passado. Logo, o meu compromisso com a agenda proposta tem sido motivo de orgulho para mim mesma. Esse orgulho não tem a ver com abrir mão das muiiiiiitas coisas e pessoas gostosas da minha vida temporariamente, mas sim com a minha determinação no objetivo ao qual me propus.

Aos amigos e eventos gastronômicos: sinto muiiita falta de tudo isso!!! Vou lá fazer meus 21km e já volto!!!

Por isso que eu falo, seja mais, seja você!

 

 

 

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Viva la Vida – Cold Play

Viva la Vida (clique para ouvir a música)

Grande parte dos meus treinos são feitos na Av. Sumaré, que inicia na Rua Turiassu e segue até a Av. Henrique Schaumann. Uma ida e volta chega a quase 7km, variando de marcador, o Garmin diz uma quilometragem e o Runkeeper diz outra. Qual é exatamente o correto não sei dizer e também o importante é seguir um marcador e manter o foco, mais do que medir alguns metros a mais durante os treinos.

Na Turiassu fica localizado o Palestra Itália, recém reformado e orgulho de todos os Palmeirenses. A reforma transformou o estádio em uma das grandes arenas de shows de São Paulo, e uma das maiores arenas multiuso do mundo. Nunca fui, mas acredito que tenha ficado muito bom, porque grandes shows têm acontecido por lá.  Ontem foi a vez do Cold Play, que diz ser essa sua última turnê e não deixou a desejar, foram 45 mil fãs delirando com as músicas envolventes da banda. Hoje, soube que teve até atendimento de pedido de fã, que queria ficar noivo com toda platéia como testemunha, e assim foi. Um noivado testemunhado por 45 mil pessoas, que responsa essa hein… lá na frente espero que esse momento romântico não seja motivo para se jogar na cara durante uma briga: “e eu acreditei que você fosse aquele(a) romântico(a) que me pediu em noivado na frente de 40 mil pessoas.. você me iludiu!”

Mas meu ponto é, tudo é relativo nessa vida. Eu adoraria ter ido no show, a música “Viva la vida” é muito importante na minha vida. Primeiro porque foi a música que minha filha escolheu para entrar em sua festa de 15 anos, quando eu mal conhecia a música. E segundo, porque a mensagem dela é muito verdadeira, entre a fantasia da letra, a mensagem é de que nossa vida é muito frágil (“I discovered that my castles stand upon pillars of salt and pillars of sand”) e um dia estamos firmes e sólidos mas no outro, estamos por baixo. Porque viver é assim, num dia somos uma estrela brilhando no palco e no outro, acordamos como seres humanos comuns, que possuem problemas iguais aos outros e temos nossas vontades insatisfeitas, frustrações e inseguranças.

E ontem, eu correndo na Av Sumaré algumas horas antes de começar o show, também percebi a relatividade da vida, eu feliz por estar suando a camisa pela corrida e os fãs felizes descendo e correndo na ansiedade pré-show. Cada um indo para seu destino, ambos correndo e felizes mas com objetivos de noite diferentes uns dos outros. E o Viva la Vida segue valendo tanto para eles quanto para mim! Vamos viver o que temos para viver, porque os únicos responsáveis pela nossa felicidade somos nós mesmos!

Seja mais, seja você!

 

 

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A morte

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Não sei se pela idade ou pelo maior nível de conscientização sobre o tema “morte” que tenho percebido nesses últimos dias o quão vivos estamos. É verdade, não é assim que dizem? quando conhecemos a escuridão que valorizamos a claridade.
A verdade é que quando criança, temos contato diário com a morte através dos desenhos animados, quando os personagens morrem umas vinte vezes em apenas um episódio. Desde Papa-Léguas e Coiote, Piu-Piu e Frajola, Cascão e Cebolinha até alguns contos de fadas. Mas essas mortes fazem parte do contexto e são mortes momentâneas, já que no mesmo episódio os personagens renascem e pior, repetem as provocações que os fazem morrer de novo.
Passada a fase da infância, ficamos muito longe “dela”, pois é uma idade em que não temos tantos conhecidos idosos e nem tão pouco vivemos perto de várias pessoas que sofrem fatalidades. Ou seja, as mortes podem acontecer, mas são mais raras e esparsas.
Ao constituirmos família, o medo da morte se aproxima com a chegada da responsabilidade emocional, principalmente ao termos filhos. O maior medo das mães é que seu filho morra… ao escrever essa frase, até bato na madeira. Os filhos crescem e vemos que eles vão ficando menos frágeis e aprendem a se proteger de uma forma ou outra, porque o instinto de sobrevivência fala mais alto do que a altura da escada que eles caem. Ao perceber esse fato, ficamos mais tranquilas e novamente “ela” se afasta da nossa mente novamente.
Nessa altura, chegamos a uma idade em que nossos pais começam a sinalizar que a vida tem um fim, que depois de nos dar a vida, criar e educar, chega a hora deles partirem para o descanso eterno. Essa é dolorida.. não tem palavras e nem como explicar essa nível de perda. É um pedaço nosso que se vai diante da impotência “dela”, que se mostra vencedora e determina alterações profundas no futuro. É uma briga que perdemos, um amor que se vai.
Depois da perda dos pais, qualquer filho passa a respeitar a morte. Já sabemos que ela vem, é implacável e nós não somos como os personagens dos desenhos animados. Somos perecíveis e temos data de validade. Doa a quem doer a vida é a soma dos dias que vivemos e tem fim, a vida não se multiplica por si só. Podemos multiplicar a alegria de viver, os aprendizados, as amizades e o amor, e com isso, viver intensamente cada minuto.
E por fim, a razão do meu post, é deixar a meu carinho e luz a todos que estão com alguma doença que os tem limitado. Tenho recebido muitas notícias de conhecidos que estão doentes, lutando por mais anos de vida, de alegrias e plenitude. Pessoas que acordam e juntam suas forças para seguir mais um dia, rezando para que seja o mais normal possível, pois assim sabem que estão próximos do que é viver. Ter um dia normal não é para qualquer um, é apenas para quem está vivo e saudável!! Um dia simples, respirando, ouvindo e falando é tão básico mas um sinal claríssimo de que está tudo bem. Não importa a chuva, o transito, o chefe de mal humor, a fila do banco e nem nada disso, ou melhor, tudo isso importa sim, mas como indicativos de que estamos no jogo e não no banco de reservas.

Fica a dica: vamos viver o que há para viver, vamos nos permitir… (Lulu Santos)

Seja mais, seja você!

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Numerologia 2016

2+0+1+6 = 9

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O cenário para 2016 tem duas energias fundamentais: Encerramento de ciclo e humanitário. Os dois fatores devem reger as mudanças que você espera no ano. Eles serão o norte para atingimento de objetivo e das escolhas a serem feitas.

Sobre Encerramento de Ciclo, significa que é momento de desapegar, tanto do ponto de vista de laços pessoais quanto dos materiais. Nada de manter um relacionamento ativo que não esteja dando certo, investir em relações que já não retornam o que deveriam ou ainda permitir pessoas indesejadas no seu ciclo de amizades.

Quanto aos bens materiais, o ano é propício para limpeza, faxina e doação. Desapegar de tudo que não é utilizado, abrindo armários e gavetas, aproveitando para fazer doações e ajudar o próximo com seus pertences que já não são mais úteis para sua vida. Deixe o passado para trás e abra espaço para novas energias.

Aproveite para juntar um dinheiro extra e pagar aquela conta que vem se estendendo e somando juros sobre juros. É momento de encerrar e dar pontos finais em dívidas.

No ambiente profissional, se seu emprego não é aquele que você deseja, é hora de sair. Peça demissão e se jogue numa oportunidade que esteja dentro das suas expectativas. É momento de fechar portas para que outras se abram.

Logo, pense que 2016 vai vir para você se organizar para começar um novo ciclo de vida, que durará mais 9 anos. A organização deve ter início na definição e ação de cortar tudo o que não te serve mais. Esteja preparado para abrir mão do seu passado e se jogar para seu futuro.

Considerando o aspecto Humanitário, entenda que será necessário o  altruísmo, entrega e doação ao próximo. O 9 é a doação universal.  Como pano de fundo promove as ações dedicadas aos outros, as pessoas estarão mais propensas a se doar e a serem prestativas.

A doação vale tanto no plano individual, auxiliando um parente ou amigo,  como no coletivo, participando mais ativamente de causas, ONGS ou grupos que visam voluntariado.

Vale lembrar que se estaremos todos voltados ao próximo, isso indica que participaremos de mais acontecimentos que nos impelem a ajudar. E pensando nisso, das duas uma, ou nos envolvemos por iniciativa própria ou vamos ser inseridos em eventos que nos mobilizem a ajudar o outro.

De antemão, escolher as causas que queremos apoiar me parece mais adequado e menos sofrido. Então minha indicação é que escolham o caminho que preferem para não serem surpreendidos por alguma causa que não seja exatamente aquela que gostariam de estar vivenciando.

O auge da felicidade é estar na zona de conforto, em que tudo ao nosso redor parece estar dentro das expectativas e nada pode e nem deve ser alterado. Mas essa zona de conforto, embora seja “feliz”, não é positiva, porque não faz com que tenhamos oportunidades de expansão de conhecimento, amor e horizontes. Portanto, para sairmos dessa zona confortável, o destino ou seja lá o nome que cada um dá, nos coloca em situações mais complicadas, justamente para desafiar e invocar uma ação nova para seguirmos em frente.

Ter fé e estar conectado às necessidades alheias, deixando de lado ou minimizando o olhar para o próprio umbigo, vai ser o mote de 2016. Seja humanitário e se entregue ao “outro” para atingir o máximo do potencial que o ano oferece.

Aproveite a energia do 9 !!!

Em breve post sobre “Numerologia: ano pessoal”

Seja mais, seja você!

 

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5 razões pelas quais você deveria fazer sexo com seu marido todos os dias por Meg Conley

“5 razones por las que deberías tener sexo con tu marido todas las noches

Me estaba haciendo la manicura la primera vez que descubrí que no todas las esposas querían darse un, ejemmm, revolcón por el heno con sus maridos. Tenía 16 y había elegido pintura de uñas naranja (dieciséis…¡quién los tuviera!). Llevaba un libro encima, pero no pasó mucho tiempo hasta que encontré otra fuente de entretenimiento. Entre limas y lacas de uñas, las dos mujeres que estaban al lado mío comentaban las ganas que sus maridos tenían de ESO y las pocas ganas que ellas tenían.

Para una chica a la que ni siquiera habían invitado a una cita, se trataba de un mundo completamente nuevo. Tenía la ligera sospecha de que su experiencia era más realista que los artículos que leía de manera furtiva en la revista Cosmopolitan mientras estaba en la peluquería (debo poner mi mano… ¿dónde? Al mismo tiempo que hago… ¿qué?). Así que mantuve la mirada en el libro, dejé que las palabras empezaran a difuminarse, y me quedé escuchando atentamente.

“¿No se da cuenta de lo cansado que estoy al final del día? Como si después de que los niños se hayan ido a la cama tuviera fuerzas para otra cosa que no fuera sentarme y ver un poco de tele”.

“En mi caso, ni siquiera es por el esfuerzo que hay que hacer. Todavía estoy perdiendo peso después de dar a luz al bebé y no me siento muy sexy. Si apenas puedo desvestirme delante del espejo, imagínate delante de él. Creo sinceramente que es egoísta por su parte esperar que me comporte de una manera que no siento.”

“¿Egoísta? Esa es una buena palabra. Quizá pondría más interés en el sexo si se ocupara de los niños cuando llega a casa o hiciera la cena de vez en cuando. ¡Demonios! ¡Al menos, que compre la leche de camino a casa cuando vuelves del trabajo! No creo que sea pedir demasiado. Ahora que lo pienso, no creo que lo hayamos hecho en las últimas tres semanas.

“Nosotros, por lo menos en dos semanas”.

¡Esperen! Estas mujeres estaban casadas, vivían con un tipo que dormía en su cama. ¡Podían tener sexo todo el tiempo! ¿No les apetecía? No tenía ningún sentido. Era como rechazar un postre con cero calorías pero tan delicioso como una crème brulée (o al menos, eso era lo que yo creía. En ese momento, mis conocimientos sobre una relación amorosa los sacaba de Ana de las tejas verdes y Moulin Rouge).

¡Qué pena! ¡Qué desperdicio! ¡Qué estupidez! Cuando me casara, ¡siempre querría tener sexo con mi marido! Y nunca estaría cansada. ¡Por dios! Era muy ridículo convertir un litro de leche en una prueba de lo que te importaba otra persona. ¿No era como si por ir a hacer la compra una mujer estuviera demostrando el amor que sentía por su pareja? En cuanto me pusieron la última capa de pintura en las uñas, me juré a mí misma que no sería como ellas. Mi vida sería diferente. Sería mejor. Nunca me sentiría ni demasiado vieja ni demasiado cansada.

Y luego crecí.

Hacer el amor, tener relaciones, practicar el coito, fornicar, echar un polvo, ¡SEXO! Es todo lo que una chica de 16 años imaginaba, más un poco de crema batida encima (crema batida… ¿ves lo que acabo de hacer aquí?). Y la verdad es que hubo mucha, muchísima crema, cuando Riley y yo nos casamos. Luego tuvimos un hijo y estaba tan cansada que me dolían los huesos. Y durante una época me sentí gorda. Incluso cuando perdí los kilos que había subido durante el embarazo, me sentía diferente. Como una flor que has cortado y has dejado al sol: todavía es bonita, pero está un poco… marchita. Me distancié un poco. Comenzamos a dormir sin hablarnos y sin besarnos.

Un día, mientras lavaba los platos, me di cuenta de que llevábamos ocho días sin tocarnos. Ocho días era bastante para nosotros. Pero lo que más me molestaba era que no lo había echado de menos. Y me di cuenta de que había un problema. Así que esa noche, cuando dormimos al bebé, le eché a Riley una de mis miradas más picantes.

Aquí hay cinco razones por las que deberías tener sexo con tu marido cada noche, sin necesidad de darle demasiadas vueltas:

1. Tener un hijo, una de las mayores expresiones de ser mujer, puede a menudo desposeer a una chica de su propia feminidad. Hay algo en el hecho de estar todo el día cubierta de vómitos y pendiente de cada una de las necesidades de otro ser humano que hacen sentir a uno como si estuviera asexuado. La mayoría de los días me los paso jugando con muñecos, quitándome comida de bebé de encima de la ropa. Hay algo reconstituyente en besar al chico al que quieres. Hay veces, cuando estoy en brazos de Riley, que me acuerdo de quien soy antes incluso de darme cuenta de que me había olvidado. Sí, soy una cocinera, una profesora, una persona que limpia todo tipo de cosas desagradables. Pero soy algo más, una persona encantadora, más allá de los roles que tengo. ¡Soy una mujer! Y hay potencial y profundidad y, ¡joder! beso de puta madre también. Es maravilloso estar en brazos de alguien. Y que te toque.

2. Si quieres que tu marido actúe como un hombre, tienes que tratarlo como un hombre. No estoy proponiendo un retorno a los 50 (aunque sabe dios que para mí no estaría mal vivir en una época sin pantalones vaqueros de talle bajo). Las mujeres necesitan una serie de cosas para sentirse amadas. Los hombres son más sencillos. Necesitan ser alimentados, necesitan sentirse admirados, necesitan tener sexo. Así son las cosas. Así que encarga o haz la cena de vez en cuando. Agradécele las horas que se ha pasado en el trabajo con un gran abrazo y una sonrisa cada vez que cruce la puerta cada noche. (¿Mejor?) Sonríe al mismo tiempo que le pasas a los niños y sal por la puerta para disfrutar de un largo y necesario descanso. Y ¡por favor! déjale que te vea desnuda. Es increíble lo que un buen hombre hará por una buena mujer que le ha hecho sentirse amado. Después de unas cuantas semanas de comidas y casquetes, te sentarás a pensar cómo no insististe antes en tener sexo cada noche. Se trata de hacer una pequeña inversión para tener grandes beneficios.

3. Tenéis que buscar un momento a solas todos los días. ¿Te acuerdas de aquel chico? ¿Ese que hacía que se te acelerase el corazón y te sudasen las manos? ¿El que te llamaba cuando estabas pensando que ojalá te llamara, el que te llevaba a la luna, de donde pensabas que no bajarías nunca? Pues ahí sigue. Bajo las capas de años, facturas y preocupaciones, ese chico sonriente sigue estando enamorado de ti, y todavía necesita a su chica sonriente. Todas las noches, cuando los niños se van a la cama, tienes una oportunidad de volverle a ver. Un momento para recordarte que estás viviendo una aventura de la que no puedes salir. 4. El sexo alivia el estrés. Creo que esto no necesita muchas explicaciones. Como madre, desayuno estrés. Y tengo dos opciones: a) puedo desahogarme conduciendo por la noche y arroyando los buzones de correo de desconocidos. O b) desnudarme y ponerme cachonda con el tío con el que me casé hace un tiempo. Yo elijo la b (hasta ahora los buzones de mi barrio están ilesos, así que la opción b debe estar funcionando). 5. Es tan jodidamente divertido… de verdad. ¿Por qué nos empeñamos en rechazar las cosas buenas de la vida? Sudamos sangre con los deberes de álgebra de nuestros hijos, bailamos Zumba en público y nos arrancamos el vello corporal UNO A UNO. Pero dile a una chicha que haga el amor todas las noches y te mirará como si estuvieras loca. ¿Un orgasmo? ¿Todas las noches? ¿Me tomas por una ninfómana o Super Woman? No tiene sentido. ¿De verdad estamos tan ocupados fregando los platos como para no participar en una actividad tan buena que ha inspirado a genios (ese pícaro Shakespeare) o cambiado la historia (vale, Elena de Troya, ya lo pillamos. Estabas muy buena)? Dios, qué forma tan absurda de vivir. Señoras, ¿alguna vez han pensado (hemos pensado) que deberíamos tener relaciones sexuales porque LO MERECEMOS? Sí, te lo mereces. Así que esta noche, acuesta a los niños. Deja los platos en el fregadero y el suelo sin barrer. Pueden esperar. Tómate un momento para recordar que eres la chica que esperabas ser, y vete a buscar a ese chico y recuérdale que él es el hombre que sabías que llegaría a ser. Y empieza de nuevo.”

Texto extraído do El Huffington Post, o qual fiz questão de manter em espanhol para não perder a perfeição do texto e estilo da escritora.

Seja mais, seja você!