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Vou lá fazer meus 21km e já volto

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Para os corredores sem ambições de se tornar atletas e que correm para fazer exercício e se manter  saudáveis, correr uma prova maior, com distância acima de 10km, se torna um evento. Esse evento, para acontecer de fato, exige treinar o corpo para atingir a quilometragem desejada sem passar por grandes sofrimentos e nem terminar a prova com o gosto de “não quero mais”. Sim, muitos dos que desistem de correr o fazem por ficarem traumatizados com a prova em si, já que não houve um preparo adequado. E na hora da prova, vale tudo, com dor ou sem dor você cruza a linha de chegada, no mather what. A adrenalina que te envolve aliada à energia das pessoas de todas as raças, cores, idades e motivações é tão grande que nenhuma dor interrompe sua jornada. Por um outro lado, tudo na vida tem um preço, quando não se paga antecipado, programando treinos adequados, se paga depois, se distanciando de um esporte prá lá de democrático, acessível, saudável, flexível e moldável a todos os tipos de pessoas com qualquer tempo disponível. Correr é um esporte que exige apenas um tênis relativamente bom para não machucar as articulações e tempo, qualquer quantidade. Simples assim e você está dentro da atividade.

No início desse ano decidi treinar mais sério e atingir o objetivo de correr minha primeira meia maratona. Não é nada importante quando você está ouve as conversas dos corredores há tempos na estrada, que correm as maratonas (42km), os solos de 75km e assim por diante. A minha será de 21km. Estou feliz por estar dando um passo desses que para mim já é um grande feito, faço provas de 10km há alguns anos e não muito mais que isso.  E o mais importante disso tudo, é estar conseguindo manter a consistência e regularidade nos treinos para evoluir aos poucos o meu corpo sem me machucar. E para que essa regularidade seja mantida, muitos outros programas tem sido deixados de lado, tanto os gastronômicos quanto os encontros com amigos para uma tacinha. Uma agenda de treinos envolve dias mais puxados, com maiores quilometragens e dias com menores quilometragens mas com ritmos mais acelerados, é como se você não pudesse faltar em nenhum, pois todos são importantes para sua evolução. Lembra na escola, quando você queria faltar e olhava a agenda de aulas para saber qual delas você poderia ficar sem? e cada dia tinha uma que você pensava, essa não posso faltar porque é importante, a outra não posso porque tirei nota baixa na primeira prova, e a outra não posso também, porque já faltei mês passado. Logo, o meu compromisso com a agenda proposta tem sido motivo de orgulho para mim mesma. Esse orgulho não tem a ver com abrir mão das muiiiiiitas coisas e pessoas gostosas da minha vida temporariamente, mas sim com a minha determinação no objetivo ao qual me propus.

Aos amigos e eventos gastronômicos: sinto muiiita falta de tudo isso!!! Vou lá fazer meus 21km e já volto!!!

Por isso que eu falo, seja mais, seja você!

 

 

 

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Viva la Vida – Cold Play

Viva la Vida (clique para ouvir a música)

Grande parte dos meus treinos são feitos na Av. Sumaré, que inicia na Rua Turiassu e segue até a Av. Henrique Schaumann. Uma ida e volta chega a quase 7km, variando de marcador, o Garmin diz uma quilometragem e o Runkeeper diz outra. Qual é exatamente o correto não sei dizer e também o importante é seguir um marcador e manter o foco, mais do que medir alguns metros a mais durante os treinos.

Na Turiassu fica localizado o Palestra Itália, recém reformado e orgulho de todos os Palmeirenses. A reforma transformou o estádio em uma das grandes arenas de shows de São Paulo, e uma das maiores arenas multiuso do mundo. Nunca fui, mas acredito que tenha ficado muito bom, porque grandes shows têm acontecido por lá.  Ontem foi a vez do Cold Play, que diz ser essa sua última turnê e não deixou a desejar, foram 45 mil fãs delirando com as músicas envolventes da banda. Hoje, soube que teve até atendimento de pedido de fã, que queria ficar noivo com toda platéia como testemunha, e assim foi. Um noivado testemunhado por 45 mil pessoas, que responsa essa hein… lá na frente espero que esse momento romântico não seja motivo para se jogar na cara durante uma briga: “e eu acreditei que você fosse aquele(a) romântico(a) que me pediu em noivado na frente de 40 mil pessoas.. você me iludiu!”

Mas meu ponto é, tudo é relativo nessa vida. Eu adoraria ter ido no show, a música “Viva la vida” é muito importante na minha vida. Primeiro porque foi a música que minha filha escolheu para entrar em sua festa de 15 anos, quando eu mal conhecia a música. E segundo, porque a mensagem dela é muito verdadeira, entre a fantasia da letra, a mensagem é de que nossa vida é muito frágil (“I discovered that my castles stand upon pillars of salt and pillars of sand”) e um dia estamos firmes e sólidos mas no outro, estamos por baixo. Porque viver é assim, num dia somos uma estrela brilhando no palco e no outro, acordamos como seres humanos comuns, que possuem problemas iguais aos outros e temos nossas vontades insatisfeitas, frustrações e inseguranças.

E ontem, eu correndo na Av Sumaré algumas horas antes de começar o show, também percebi a relatividade da vida, eu feliz por estar suando a camisa pela corrida e os fãs felizes descendo e correndo na ansiedade pré-show. Cada um indo para seu destino, ambos correndo e felizes mas com objetivos de noite diferentes uns dos outros. E o Viva la Vida segue valendo tanto para eles quanto para mim! Vamos viver o que temos para viver, porque os únicos responsáveis pela nossa felicidade somos nós mesmos!

Seja mais, seja você!

 

 

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A morte

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Não sei se pela idade ou pelo maior nível de conscientização sobre o tema “morte” que tenho percebido nesses últimos dias o quão vivos estamos. É verdade, não é assim que dizem? quando conhecemos a escuridão que valorizamos a claridade.
A verdade é que quando criança, temos contato diário com a morte através dos desenhos animados, quando os personagens morrem umas vinte vezes em apenas um episódio. Desde Papa-Léguas e Coiote, Piu-Piu e Frajola, Cascão e Cebolinha até alguns contos de fadas. Mas essas mortes fazem parte do contexto e são mortes momentâneas, já que no mesmo episódio os personagens renascem e pior, repetem as provocações que os fazem morrer de novo.
Passada a fase da infância, ficamos muito longe “dela”, pois é uma idade em que não temos tantos conhecidos idosos e nem tão pouco vivemos perto de várias pessoas que sofrem fatalidades. Ou seja, as mortes podem acontecer, mas são mais raras e esparsas.
Ao constituirmos família, o medo da morte se aproxima com a chegada da responsabilidade emocional, principalmente ao termos filhos. O maior medo das mães é que seu filho morra… ao escrever essa frase, até bato na madeira. Os filhos crescem e vemos que eles vão ficando menos frágeis e aprendem a se proteger de uma forma ou outra, porque o instinto de sobrevivência fala mais alto do que a altura da escada que eles caem. Ao perceber esse fato, ficamos mais tranquilas e novamente “ela” se afasta da nossa mente novamente.
Nessa altura, chegamos a uma idade em que nossos pais começam a sinalizar que a vida tem um fim, que depois de nos dar a vida, criar e educar, chega a hora deles partirem para o descanso eterno. Essa é dolorida.. não tem palavras e nem como explicar essa nível de perda. É um pedaço nosso que se vai diante da impotência “dela”, que se mostra vencedora e determina alterações profundas no futuro. É uma briga que perdemos, um amor que se vai.
Depois da perda dos pais, qualquer filho passa a respeitar a morte. Já sabemos que ela vem, é implacável e nós não somos como os personagens dos desenhos animados. Somos perecíveis e temos data de validade. Doa a quem doer a vida é a soma dos dias que vivemos e tem fim, a vida não se multiplica por si só. Podemos multiplicar a alegria de viver, os aprendizados, as amizades e o amor, e com isso, viver intensamente cada minuto.
E por fim, a razão do meu post, é deixar a meu carinho e luz a todos que estão com alguma doença que os tem limitado. Tenho recebido muitas notícias de conhecidos que estão doentes, lutando por mais anos de vida, de alegrias e plenitude. Pessoas que acordam e juntam suas forças para seguir mais um dia, rezando para que seja o mais normal possível, pois assim sabem que estão próximos do que é viver. Ter um dia normal não é para qualquer um, é apenas para quem está vivo e saudável!! Um dia simples, respirando, ouvindo e falando é tão básico mas um sinal claríssimo de que está tudo bem. Não importa a chuva, o transito, o chefe de mal humor, a fila do banco e nem nada disso, ou melhor, tudo isso importa sim, mas como indicativos de que estamos no jogo e não no banco de reservas.

Fica a dica: vamos viver o que há para viver, vamos nos permitir… (Lulu Santos)

Seja mais, seja você!

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Numerologia 2016

2+0+1+6 = 9

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O cenário para 2016 tem duas energias fundamentais: Encerramento de ciclo e humanitário. Os dois fatores devem reger as mudanças que você espera no ano. Eles serão o norte para atingimento de objetivo e das escolhas a serem feitas.

Sobre Encerramento de Ciclo, significa que é momento de desapegar, tanto do ponto de vista de laços pessoais quanto dos materiais. Nada de manter um relacionamento ativo que não esteja dando certo, investir em relações que já não retornam o que deveriam ou ainda permitir pessoas indesejadas no seu ciclo de amizades.

Quanto aos bens materiais, o ano é propício para limpeza, faxina e doação. Desapegar de tudo que não é utilizado, abrindo armários e gavetas, aproveitando para fazer doações e ajudar o próximo com seus pertences que já não são mais úteis para sua vida. Deixe o passado para trás e abra espaço para novas energias.

Aproveite para juntar um dinheiro extra e pagar aquela conta que vem se estendendo e somando juros sobre juros. É momento de encerrar e dar pontos finais em dívidas.

No ambiente profissional, se seu emprego não é aquele que você deseja, é hora de sair. Peça demissão e se jogue numa oportunidade que esteja dentro das suas expectativas. É momento de fechar portas para que outras se abram.

Logo, pense que 2016 vai vir para você se organizar para começar um novo ciclo de vida, que durará mais 9 anos. A organização deve ter início na definição e ação de cortar tudo o que não te serve mais. Esteja preparado para abrir mão do seu passado e se jogar para seu futuro.

Considerando o aspecto Humanitário, entenda que será necessário o  altruísmo, entrega e doação ao próximo. O 9 é a doação universal.  Como pano de fundo promove as ações dedicadas aos outros, as pessoas estarão mais propensas a se doar e a serem prestativas.

A doação vale tanto no plano individual, auxiliando um parente ou amigo,  como no coletivo, participando mais ativamente de causas, ONGS ou grupos que visam voluntariado.

Vale lembrar que se estaremos todos voltados ao próximo, isso indica que participaremos de mais acontecimentos que nos impelem a ajudar. E pensando nisso, das duas uma, ou nos envolvemos por iniciativa própria ou vamos ser inseridos em eventos que nos mobilizem a ajudar o outro.

De antemão, escolher as causas que queremos apoiar me parece mais adequado e menos sofrido. Então minha indicação é que escolham o caminho que preferem para não serem surpreendidos por alguma causa que não seja exatamente aquela que gostariam de estar vivenciando.

O auge da felicidade é estar na zona de conforto, em que tudo ao nosso redor parece estar dentro das expectativas e nada pode e nem deve ser alterado. Mas essa zona de conforto, embora seja “feliz”, não é positiva, porque não faz com que tenhamos oportunidades de expansão de conhecimento, amor e horizontes. Portanto, para sairmos dessa zona confortável, o destino ou seja lá o nome que cada um dá, nos coloca em situações mais complicadas, justamente para desafiar e invocar uma ação nova para seguirmos em frente.

Ter fé e estar conectado às necessidades alheias, deixando de lado ou minimizando o olhar para o próprio umbigo, vai ser o mote de 2016. Seja humanitário e se entregue ao “outro” para atingir o máximo do potencial que o ano oferece.

Aproveite a energia do 9 !!!

Em breve post sobre “Numerologia: ano pessoal”

Seja mais, seja você!

 

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5 razões pelas quais você deveria fazer sexo com seu marido todos os dias por Meg Conley

“5 razones por las que deberías tener sexo con tu marido todas las noches

Me estaba haciendo la manicura la primera vez que descubrí que no todas las esposas querían darse un, ejemmm, revolcón por el heno con sus maridos. Tenía 16 y había elegido pintura de uñas naranja (dieciséis…¡quién los tuviera!). Llevaba un libro encima, pero no pasó mucho tiempo hasta que encontré otra fuente de entretenimiento. Entre limas y lacas de uñas, las dos mujeres que estaban al lado mío comentaban las ganas que sus maridos tenían de ESO y las pocas ganas que ellas tenían.

Para una chica a la que ni siquiera habían invitado a una cita, se trataba de un mundo completamente nuevo. Tenía la ligera sospecha de que su experiencia era más realista que los artículos que leía de manera furtiva en la revista Cosmopolitan mientras estaba en la peluquería (debo poner mi mano… ¿dónde? Al mismo tiempo que hago… ¿qué?). Así que mantuve la mirada en el libro, dejé que las palabras empezaran a difuminarse, y me quedé escuchando atentamente.

“¿No se da cuenta de lo cansado que estoy al final del día? Como si después de que los niños se hayan ido a la cama tuviera fuerzas para otra cosa que no fuera sentarme y ver un poco de tele”.

“En mi caso, ni siquiera es por el esfuerzo que hay que hacer. Todavía estoy perdiendo peso después de dar a luz al bebé y no me siento muy sexy. Si apenas puedo desvestirme delante del espejo, imagínate delante de él. Creo sinceramente que es egoísta por su parte esperar que me comporte de una manera que no siento.”

“¿Egoísta? Esa es una buena palabra. Quizá pondría más interés en el sexo si se ocupara de los niños cuando llega a casa o hiciera la cena de vez en cuando. ¡Demonios! ¡Al menos, que compre la leche de camino a casa cuando vuelves del trabajo! No creo que sea pedir demasiado. Ahora que lo pienso, no creo que lo hayamos hecho en las últimas tres semanas.

“Nosotros, por lo menos en dos semanas”.

¡Esperen! Estas mujeres estaban casadas, vivían con un tipo que dormía en su cama. ¡Podían tener sexo todo el tiempo! ¿No les apetecía? No tenía ningún sentido. Era como rechazar un postre con cero calorías pero tan delicioso como una crème brulée (o al menos, eso era lo que yo creía. En ese momento, mis conocimientos sobre una relación amorosa los sacaba de Ana de las tejas verdes y Moulin Rouge).

¡Qué pena! ¡Qué desperdicio! ¡Qué estupidez! Cuando me casara, ¡siempre querría tener sexo con mi marido! Y nunca estaría cansada. ¡Por dios! Era muy ridículo convertir un litro de leche en una prueba de lo que te importaba otra persona. ¿No era como si por ir a hacer la compra una mujer estuviera demostrando el amor que sentía por su pareja? En cuanto me pusieron la última capa de pintura en las uñas, me juré a mí misma que no sería como ellas. Mi vida sería diferente. Sería mejor. Nunca me sentiría ni demasiado vieja ni demasiado cansada.

Y luego crecí.

Hacer el amor, tener relaciones, practicar el coito, fornicar, echar un polvo, ¡SEXO! Es todo lo que una chica de 16 años imaginaba, más un poco de crema batida encima (crema batida… ¿ves lo que acabo de hacer aquí?). Y la verdad es que hubo mucha, muchísima crema, cuando Riley y yo nos casamos. Luego tuvimos un hijo y estaba tan cansada que me dolían los huesos. Y durante una época me sentí gorda. Incluso cuando perdí los kilos que había subido durante el embarazo, me sentía diferente. Como una flor que has cortado y has dejado al sol: todavía es bonita, pero está un poco… marchita. Me distancié un poco. Comenzamos a dormir sin hablarnos y sin besarnos.

Un día, mientras lavaba los platos, me di cuenta de que llevábamos ocho días sin tocarnos. Ocho días era bastante para nosotros. Pero lo que más me molestaba era que no lo había echado de menos. Y me di cuenta de que había un problema. Así que esa noche, cuando dormimos al bebé, le eché a Riley una de mis miradas más picantes.

Aquí hay cinco razones por las que deberías tener sexo con tu marido cada noche, sin necesidad de darle demasiadas vueltas:

1. Tener un hijo, una de las mayores expresiones de ser mujer, puede a menudo desposeer a una chica de su propia feminidad. Hay algo en el hecho de estar todo el día cubierta de vómitos y pendiente de cada una de las necesidades de otro ser humano que hacen sentir a uno como si estuviera asexuado. La mayoría de los días me los paso jugando con muñecos, quitándome comida de bebé de encima de la ropa. Hay algo reconstituyente en besar al chico al que quieres. Hay veces, cuando estoy en brazos de Riley, que me acuerdo de quien soy antes incluso de darme cuenta de que me había olvidado. Sí, soy una cocinera, una profesora, una persona que limpia todo tipo de cosas desagradables. Pero soy algo más, una persona encantadora, más allá de los roles que tengo. ¡Soy una mujer! Y hay potencial y profundidad y, ¡joder! beso de puta madre también. Es maravilloso estar en brazos de alguien. Y que te toque.

2. Si quieres que tu marido actúe como un hombre, tienes que tratarlo como un hombre. No estoy proponiendo un retorno a los 50 (aunque sabe dios que para mí no estaría mal vivir en una época sin pantalones vaqueros de talle bajo). Las mujeres necesitan una serie de cosas para sentirse amadas. Los hombres son más sencillos. Necesitan ser alimentados, necesitan sentirse admirados, necesitan tener sexo. Así son las cosas. Así que encarga o haz la cena de vez en cuando. Agradécele las horas que se ha pasado en el trabajo con un gran abrazo y una sonrisa cada vez que cruce la puerta cada noche. (¿Mejor?) Sonríe al mismo tiempo que le pasas a los niños y sal por la puerta para disfrutar de un largo y necesario descanso. Y ¡por favor! déjale que te vea desnuda. Es increíble lo que un buen hombre hará por una buena mujer que le ha hecho sentirse amado. Después de unas cuantas semanas de comidas y casquetes, te sentarás a pensar cómo no insististe antes en tener sexo cada noche. Se trata de hacer una pequeña inversión para tener grandes beneficios.

3. Tenéis que buscar un momento a solas todos los días. ¿Te acuerdas de aquel chico? ¿Ese que hacía que se te acelerase el corazón y te sudasen las manos? ¿El que te llamaba cuando estabas pensando que ojalá te llamara, el que te llevaba a la luna, de donde pensabas que no bajarías nunca? Pues ahí sigue. Bajo las capas de años, facturas y preocupaciones, ese chico sonriente sigue estando enamorado de ti, y todavía necesita a su chica sonriente. Todas las noches, cuando los niños se van a la cama, tienes una oportunidad de volverle a ver. Un momento para recordarte que estás viviendo una aventura de la que no puedes salir. 4. El sexo alivia el estrés. Creo que esto no necesita muchas explicaciones. Como madre, desayuno estrés. Y tengo dos opciones: a) puedo desahogarme conduciendo por la noche y arroyando los buzones de correo de desconocidos. O b) desnudarme y ponerme cachonda con el tío con el que me casé hace un tiempo. Yo elijo la b (hasta ahora los buzones de mi barrio están ilesos, así que la opción b debe estar funcionando). 5. Es tan jodidamente divertido… de verdad. ¿Por qué nos empeñamos en rechazar las cosas buenas de la vida? Sudamos sangre con los deberes de álgebra de nuestros hijos, bailamos Zumba en público y nos arrancamos el vello corporal UNO A UNO. Pero dile a una chicha que haga el amor todas las noches y te mirará como si estuvieras loca. ¿Un orgasmo? ¿Todas las noches? ¿Me tomas por una ninfómana o Super Woman? No tiene sentido. ¿De verdad estamos tan ocupados fregando los platos como para no participar en una actividad tan buena que ha inspirado a genios (ese pícaro Shakespeare) o cambiado la historia (vale, Elena de Troya, ya lo pillamos. Estabas muy buena)? Dios, qué forma tan absurda de vivir. Señoras, ¿alguna vez han pensado (hemos pensado) que deberíamos tener relaciones sexuales porque LO MERECEMOS? Sí, te lo mereces. Así que esta noche, acuesta a los niños. Deja los platos en el fregadero y el suelo sin barrer. Pueden esperar. Tómate un momento para recordar que eres la chica que esperabas ser, y vete a buscar a ese chico y recuérdale que él es el hombre que sabías que llegaría a ser. Y empieza de nuevo.”

Texto extraído do El Huffington Post, o qual fiz questão de manter em espanhol para não perder a perfeição do texto e estilo da escritora.

Seja mais, seja você!

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Eu minto, tu mentes ele mente… pelo menos no dia 1o de Abril!!

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Me lembro bem que quando era criança, a maior alegria era fazer uma pegadinha para minha irmã caçula ou minha mãe… eu gostava de inventar a maior história doida, não tão longa, senão começava a rir e elas já viam que era pegadinha. Tinha que ser logo cedo, antes de todo mundo, o que exigia um preparo bem antecipado sobre o tema. 

Hoje já não vejo mais essa animação entre as crianças… é uma pena, porque rendia muitas risadas, pelo menos lá em casa.

Quanto ao surgimento, há algumas versões, nacionais e internacionais. Vejam algumas extraidas da Wikipedia:

“Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no dia da mentira, também conhecido como dia das mentirasdia das petasdia dos tolos (de abril) ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França.[carece de fontes] Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março,[carece de fontes] data que marcava a chegada da primavera.[carece de fontes] As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.1

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fools’ Day, “Dia dos Tolos (de abril)”; na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d’aprile epoisson d’avril, literalmente “peixe de abril”.

No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1828, com a notícia do falecimento deDom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente”

Seja mais, seja você!

Amanhã não deixe de fazer uma boa dessas!!! 

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Erotika Fair, Sexshop, 50 Tons de Cinza e perfil do consumidor de Sexshop…

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São Paulo recebeu, na semana passada, a feira anual erótica (21ª Erótika Fair), no pavilhão GIGANTE da Imigrantes. Conheci essa feira muitos anos atrás, quando era num espaço bem pequeno próximo da Av Paulista. Vendo hoje como ela cresceu e se tornou uma imponência de espaço e vendas, concluo que tem sido um bom negócio, tanto para vendedores quanto para consumidores.

É um tema ainda tabu para muitas pessoas, tanto homens quanto mulheres, que tendem a levar o sexo para o lado sujo ou mesmo inapropriado para o ser humano. Ora, se eu, você, ele e ela estamos vivos, é porque fomos concebidos num ato sexual, tudo bem que é um momento íntimo e/ou individual, mas que não dá para negar que existiu e torçamos para que tenha sido bom para ambas as partes (nossos pais).

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É importante para a maturidade do casal, se permitir conhecer também através dos objetos, das novidades e ir mais a fundo na intimidade do outro. Sabemos que um relacionamento saudável e consistente precisa dessas bases para continuar vivo, um no outro. Reforçar esses momentos, com iniciativa da mulher ou do homem, é um ponto de partida para sedimentar a vida a dois e não deixar que um se perca do outro por “pudor” ou mesmo preguiça de investir um tempo adicional a dois.

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Para os machistas, um bom sinal de que as mulheres estão mudando, foi o fenômeno de leitura do livro “50 tons de cinza”. Um livro, com conteúdo romântico, sensual-sado e erótico, se tornou líder de vendas em vários países e tem seu filme sendo produzido para estréia em 2015. A grande maioria dos leitores são as mulheres, que tiveram que emprestar seu livro para os maridos, que perceberam a curiosidade e mudança de comportamento das suas esposas ao lerem o livro. Não que o livro tenha “o” conteúdo, na verdade o que trouxe o burburinho foi o conjunto simples, para um leitora de romances, com sexo variado e um homem intrigante e sensível como par romântico. (quem é do ramo sado diz que o livro é péssima leitura). Mas enfim, não estou aqui para julgar, apenas para sinalizar que as mulheres sinalizam mudanças de várias formas, ler esse livro é apenas uma delas!

Enfim, como a feira já passou… segue uma matéria legal que incentiva a visita das mulheres aos sexshops. Certeza que perto da sua casa, trabalho ou mesmo online você encontra algum jogo legal para um momento a dois.

Bom proveito!

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“Por: Tempo de Mulher – Ana Paula Padrão

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Frequentar um sex shop não é mais motivo de vergonha e nem algo imoral para muitas mulheres. Elas perderam a timidez na hora de comprar artigos eróticos! Tanto é verdade que uma pesquisa divulgada em 2012 e realizada pela Sophia Mind revelou que 19% das mulheres frequentam um sex shop, e 52% já entrou alguma vez num estabelecimento erótico. Para 51% delas, os principais motivos de frequentar esse tipo de estabelecimento são surpreender o parceiro e sair da rotina.

A pesquisa, realizada com 512 mulheres internautas de todo o Brasil com idade entre 18 e 60 anos, apontou algo que especialistas em sexualidade concordam: dar uma passadinha num sex shop pode melhorar o relacionamento. Não apenas na vida sexual, mas também nos quesitos intimidade e confiança na relação. Além disso, as mulheres são as principais consumidoras do mercado de produtos eróticos.

A informação é confirmada com base numa outra pesquisa divulgada em abril de 2012 pela Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme). O público feminino representa 68% do setor de artigos eróticos. Além do mais, 45% são casadas ou estão numa união estável, 39% namoram, 10% são solteiras, 4% são separadas e 2% não responderam.

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Para a psicóloga especialista em sexualidade, Juliana Bonetti, uma ida a um sex shop vai exercitar sua curiosidade a respeito de assuntos ligados à sexualidade e ainda colocar você em contato com uma atmosfera mais sensual. “Vai fazer ainda você entrar em contato com suas fantasias, desejos e aspectos sexuais mais íntimos que são, às vezes, até desconhecidos. E por ser algo novo na vida de muitas mulheres, essa ida pode mobilizar ansiedade, mas não há o que temer”, aconselha a psicóloga.

Se você é ‘marinheira de primeira viagem’, não tema: a coaching de produtos eróticos e educadora sexual, Neusa Pandolfo, deu algumas dicas para você não ficar tímida e se sentir à vontade nesse universo de prazer. Para as tímidas de plantão, a dica da coaching é olhar sempre o perfil da sex shop, optando até mesmo pelas boutiques eróticas, que costumam ter um atendimento mais diferenciado e produtos mais delicados.

“Se a pessoa é tímida, não adianta entrar num lugar cheio de pênis e vaginas penduradas, por exemplo. Ela tem de ir a um lugar aonde ela vá se familiarizando aos poucos com os produtos eróticos”, diz Neusa.”

Alguns dados sobre frequentadores:

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Seja mais, seja você!

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As 10 franjas mais charmosas!

Manter um corte de cabelo que seja bacana e charmoso o tempo todo exige paciência e dedicação! A franja é bem isso, porque logo cresce e perde o chamado “corte”. Mas ao mesmo tempo, elas trazem um ar de inocência e consegue fazer o contraponto de sexy, a depender de como você arruma o cabelo.

Pessoalmente eu sempre prefiro os contes de cabelo que tragam a franja, seja mais curta ou média, reta ou desfiada… o ponto principal sempre vai ser você saber usar ao seu favor, com os produtos certos. 

Separei algumas fotos que demonstram um pouco do que acho legal, que vai desde cabelos mais longos até os mais curtos. Vejam se conseguem se identificar e guardar para um próximo corte!

Seja mais, seja você!

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Músicas que alteram a química do cérebro!

Não sei vocês, mas eu tenho algumas músicas que me fazem feliz só de ouvir. É como se elas tocassem em alguns botões emocionais que ficam escondidos e me fazem sentir ou re-sentir momentos que foram especiais.
Tem pessoas que sentem isso com aromas ou sabores, eu tenho isso muito forte com algumas músicas e com aromas.
São as chamadas memórias sensoriais, que são acionadas pelos sentidos, sem passar pela consciencia. Perfumes e sons acessam um grupo de memórias onde estão guardadas momentos especiais que ficam escondidos para não ficarem banais.
Seus caminhos são secretos e apenas essas músicas ou perfumes conseguem chegar lá automaticamente. Não adianta querer lembrar conscientemente deles, você precisa dessas ferramentas (músicas, aromas, sabores, etc) para trazer a tona todas as emoções deles.
Acho isso fantástico! Tanto do ponto de vista físico (imagina que algo forte acontece dentro da química do seu cérebro porque você ouve uma música) quanto do ponto de vista emocional (você ter acesso a sensações boas, bastando escolher “aquela” música ou sentir “aquele” perfume). É uma mágica!!!
Logicamente que pode ser para o lado negativo também… mas esse eu gosto de evitar falar e sentir. Vamos ficar por aqui, na parte boa!!!
Vai lá agora e coloca aquela música que te faz bem, ela vai acionar os botões mágicos da sua mente, que vai liberar uma química boa no seu corpo e você vai ter uma sexta-feira bem mais feliz!
E essa é uma das músicas da felicidade! especialmente ela foi tocada na festa de 15 anos da minha filha, foi a música que ela escolheu de entrada! E o sorriso dela brilhando no rosto sempre é uma das coisas que mais me emocionam!!! Te amo sempre Fran!!!, porque você sempre é mais você!!

Seja mais, seja você!