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Minha filha! Fran!

Minha filha! Fran!

Essa é a minha filha, Francine, ou Fran, como chamamos, assim ela não fica com aquela sensação de que fez coisa errada (chamar pelo nome todo ainda hoje dá essa conotação para os meus filhos).
Ela está chegando aos 20 anos, e eu como mãe me orgulho dela. Acho que até porque criar filhos é muito difícil mesmo! principalmente a primeira. A gente ainda não sabe como fazer mas tem que ir fazendo. E vai saindo do jeito que dá… queima a pele deles nos primeiros banhos, agasalha demais, exagera no castigo, depois relaxa na bronca e assim vamos tentando acertar e fazer o nosso melhor.
A verdade é que não tem o melhor e no segundo filho, melhora, mas como é outra pessoa e você também é outra mãe, as dúvidas continuam… e você segue igual. Tentando fazer o melhor com o que sabe, equilibrando a razão com a emoção.
Eu sei que criar filhos hoje é muito único, cada um tem o seu jeito de lidar com os desafios. Deixar uma filha de 19 anos sair de noite em SP dói muito! mas não deixar dói mais. Acordar de madrugada e ver que ela não chegou é desesperador, mas como disse um senhor que conheci na fila do banco: “filha, porque as mães sempre pensam o pior, se o melhor sempre acontece!”
E é verdade… graças a Deus nunca aconteceu nada, então minha memória é limpa, logo, eu deveria pensar que a “festa” deve estar boa, já que a Fran não chegou ainda.
Vamos tentando… Um dia vou acordar e pensar assim!

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Fechaduras ou toalheiro?

Fechaduras ou toalheiro?

Acho bem legal fazer um objeto ter mais de uma utilizade, principalmente se for inusitado!
Colocar as fechaduras de porta como acessório de banheiro para toalhas, achei o máximo. Você pode escolher aquelas antigas, que vendem em brechos ou família muda e adaptar para pendurar toalhas, bolsas, chapéus, etc…

Citação

All it takes is…

All it takes is one song to bring back 1000 memories!

Já reparou como temos dentro do nosso coração um registro emocional musical? Você ouve aquela música e na hora você sente novamente a emoção. É impressionante como somos “marcados” pelo audio… apenas alguns acordes e somos levados novamente para aquele lugar ou pessoa, fazendo a realidade atual significar menos perto do passado.

Pessoalmente tenho muitas músicas marcantes, antigas de adolescência ou mais atuais, tipo do ano passado. Acho que a quantidade de músicas pode indicar a quantidade de anos que se passaram ou mesmo de pessoas que nos importaram ou importam nessa vida.

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Pulseiras, mais que pulseiras…

Pulseiras, mais que pulseiras...

Essa foto linda das pulseiras eu já postei na fanpage (EZ Branding : https://www.facebook.com/EzBrandingPessoal?ref=hl) mas quis colocar aqui também porque acho o máximo! não pelos wishes apenas, mas pelo excesso que elas demonstram.
Sou uma pessoa de excessos no geral, visual então, muito. Acho lindo cores berrantes e acessórios marcantes! Esse não podia deixar de colocar.

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Chapéu

Chapéu

Bom, sou eu e meu pequeno (nem tanto), de quase 14 anos. Ele pratica aquela luta israelente – Krav Maga, que embora seja luta, prega apenas a defesa pessoal. Hoje foi a entrega da faixa amarela (primeira é branca e segunda é a amarela). Com esse sol, lógico que busquei proteção, ainda mais depois de umas manchas que não consigo tirar do rosto. Em casa, já se acostumaram com minha mania de fazer ou usar algo diferente, mas de forma geral, apesar de estarmos num país tropical, usar chapéu causa “estranhamento” para algumas pessoas. Não somos acostumados a ver o diferente sem julgar. Essa forma do brasileiro ser me incomoda por um lado, mas me desafia por outro. Gosto das pessoas que são diferentes do comum no todo. Não que o chapéu seja o “uau”, mas as pessoas só usam e quando usam, na praia, máximo uma piscina.
Enfim, o Diego (meu filho), já está quase passando da fase de ter vergonha dos pais e espero que aos poucos, comece também a admirar um olhar novo que proporciono em pequenas coisas.
Concluindo: por favor, usem chapéu, pelo menos para se proteger do sol! e de quebra, comece a buscar um estilo seu de se vestir!

Mulheres – De: Luis Fernando Veríssimo

“Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, 
disfarçadas entre nós.
Pare para refletir sobre o sexto-sentido.
Alguém duvida de que ele exista?
E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?
E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o 
relacionamento?
E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São 
Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque “vai fazer frio”. Você não leva. O que acontece?
O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado 
chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
“Leve um sapato extra na mala, querido.
Vai que você pisa numa poça…”
Se você não levar o “sapato extra”, meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, 
molhado…
O sexto-sentido não faz sentido!
É a comunicação direta com Deus!
Assim é muito fácil…
As mulheres são mães!
E preparam, literalmente, gente dentro de si.
Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?
E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e 
disponibilidade integral.
Fala-se em “praga de mãe”, “amor de mãe”, “coração de mãe”…
Tudo isso é meio mágico…
Talvez Ele tenha instalado o dispositivo “coração de mãe” nos “anjos da guarda” de Seus filhos (que, aliás, foram criados à 
Sua imagem e semelhança).
As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?
Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei 
quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens…
É choro feminino. É choro de mulher…
Já viram como as mulheres conversam com os olhos?
Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.
Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.
E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.
Quantos tipos de olhar existem?
Elas conhecem todos…
Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!
E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.

EN-FEI-TI-ÇAM !

E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?
Para estudar os homens, é claro!
Embora algumas disfarcem e estudem Exatas…
Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher 
era “um continente obscuro”.
Quer evidência maior do que essa?
Qualquer um que ama se aproxima de Deus.
E com as mulheres também é assim.
O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem “estar nas nuvens”, quando apaixonadas.
É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.
E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.
Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.
Mas elas são anjos depois do sexo-amor.
É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.
E levitam.
Algumas até voam.
Mas os homens não sabem disso.
E nem poderiam.
Porque são tomados por um encantamento
que os faz dormir nessa hora.”

(Luís Fernando Veríssimo)