Enquanto vale a pena, lute! Enquanto tem reclamação, tem jogo…

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… sei que é ruim a reclamação, mas pelo menos reflete o que precisa ser melhorado para ficar bom. As pessoas tem o hábito de colocar para fora o que não está bom, talvez o problema seja a forma de colocar para fora. Podiam ser mais polidas, menos agressivas, mais carinhosas, ou seja lá como, mas de uma maneira que conseguissem atingir o objetivo de, com a reclamação, melhorar o que não está de acordo com as expectativas.

Se já não vale a pena, a reclamação desaparece… Vupt!!! some!! e a relação passa a não valer nem a tentativa de melhorar. As pessoas não se dão ao trabalho de começar alguma discussão sobre qualquer tema, já que não tem objetivo. Quando não se tem onde chegar, nem nos levantamos. A apatia dos relacionamentos vem justamente da falta de motivação individual por fazer algo mudar para renovar ou resolver alguma questão que incomoda. E os incômodos se acumulam, ao longo do tempo se tornam uma barreira intransponível ao ponto de tornar a jornada do relacionamento não factível, é quanto a pessoa desiste. Sempre tem um ou outro guerreiro, que luta até o final, se esguela, se corrompe, se violenta até a alma para atingir o objetivo de restaurar o que acredita que merece outra chance, mas no final, quando não consegue a mudança que espera, também sucumbe e entrega os pontos. Mesmo duplamente dilacerado (pelo desgaste e pela derrota), uma nova força emerge, vinda de um “caldo engrossado” em banho maria, trazendo outra visão do mundo e renova as esperanças perdidas. 

A grande diferença para quem passa por essas situações é a nova pessoa que se forma, mais forte, revigorada e confiante. As pessoas que passam por sofrimentos e os superam, são as mais preparadas para VIVER. Aquelas que não vivem uma decepção e/ou não precisam lutar por nada, não têm barreiras para transpor, são pessoas vazias, sem conteúdo e que buscam a comodidade como forma de vida. São como “hospedeiras”, onde a sobrevivência não é responsabilidade delas, e sim do outro. 

Admiro quem luta, batalha e principalmente, aqueles que trabalham seus relacionamentos para melhorar e resolver o que não atende, seja tentando mudar o outro ou mesmo mudar a si mesmo.

Seja mais, seja você!

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Síndrome da Selva

agressividade

Me chateia um pouco ver como o mundo competitivo traz a tona o pior do ser humano. Se você conhece o sujeito no ambiente de trabalho, pensa que ele é uma pessoa; se o conhece fora, percebe outra completamente diferente…

Deve ser porque num mundo onde você precisa se superar o tempo todo e a pressão não dá trégua,  faz você colocar todas as suas garras para fora para se defender. E sendo assim, sua vida vira uma eterna zona de combate, te colocando em estado de alerta muitas horas por dia. É como viver numa cidade em guerra, ao acordar você já está com medo de morrer pela bala perdida. O estado de ansiedade negativa começa a fazer parte do seu DNA e o seu “eu” verdadeiro fica lá embaixo, quietinho, sem se atrever a dar as caras para não apanhar, fica de castigo quase que eternamente.

Nem sempre sabemos que estamos nos tornando outra pessoa por conta do ambiente. Pensando nisso, se você chega em casa ainda se sentindo agressivo, você pode estar com a Síndrome da Selva. Ao sair do ambiente que te exige demasiadamente, tente relaxar e ter em conta que deve deixar as máscaras, medos, angústias e ansiedade lá e não levar contigo. É um exercício diário, porém necessário para garantir sua saúde mental e vida social.

Seja mais, seja você!