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Um hotel de luxo que imita a vida na favela! Você iria???

O ser humano é muito curioso! além de querer viver experiências luxuosas, também quer conhecer de perto como vivem as pessoas menos abastadas.

Para isso, foi criado um hotel de luxo que imita as favelas – o Hotel Boutique Shanty Town na Africa do Sul.

Ele recriou o ambiente de 12 favelas porém com calefação e wifi a US$ 80 a diária para oferecer aos hóspedes a experiência de viver como a população africana de menor nível sócio-econômico.

Há correntes contra e outras favoráveis a esse tipo de experiência. De certa forma é ostensiva e arrogante; chega a humilhar as pessoas que tem um salário médio de US$ 160/mês – o dobro da diária e vivem assim não por escolha própria.

http://www.emoya.co.za/p23/accommodation/shanty-town-for-a-unique-accommodation-experience-in-bloemfontein.html

Receber com encanto!

Uma das artes na vida é saber receber as visitas com elegância e estilo. Não tem muito mistério, basta que você preste atenção nos detalhes e faça a combinação das cores.

Você não precisa sair as compras como uma louca e comprar a loja toda. Basta que saiba quantas pessoas vai receber para escolher se tem espaço para acomodar na mesa ou vai fazer do tipo “americano – cada um se serve” e ver qual louça / talher tem em casa que atenda essa quantidade de pessoas.

Depois disso, parta para a criatividade.Veja se quer fazer algo mais romântico, rústico, colorido ou clean.

Escolhido o estilo que prefere, veja qual toalha ou jogo americano vai usar e em seguida parta para os “enfeites”, que seriam os arranjos e detalhes que vão diferenciar sua mesa.

Um guardanapo com um detalhe de laço, flor ou até uma etiqueta com o nome ou uma mensagem para seus convidados sempre fica legal… Ao centro da mesa ou espalhados, coloque os arranjos de flores e/ou velas para dar o acabamento.

No mais, curta a festa… em breve posto algumas idéias de cardápios!

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Significado das cores: Preto

Preto é a “não” cor, já que tem ausência da vibração. Possui dois lados bem marcados:  é a cor do luto é também a cor do mistério, luxo e sofisticação.

É utilizada quando estamos tristes pela perda de alguém; usá-la é sinal de respeito com quem se foi e com os familiares, já que a cor não transmite nenhuma energia forte de alegria como o vermelho e laranja. Usando a cor no luto, significa ter empatia com quem perdeu alguém.

O uso em excesso estimula a melancolia, depressão, tristeza, confusão, perdas e medo. Por isso, na verdade jamais deveria ser usado por pessoas que acabaram de perder um ente querido como sinal de luto.

Por outro lado, é a cor do mistério e fantasia. Da discrição e sobriedade. Tem sido utilizada pelo marketing para passar a idéia de luxo e sofisticação. 

preto também pode sugerir silêncio. Quando brilhante, confere nobreza, distinção e elegância. Cor preponderantemente masculina.

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Pallets – versátil, útil e econômico

Em pensar que algum tempo atrás eu nem sabia o que era um pallet… agora além de saber o que é e para que serve, vejo como as pessoas fazem milagres com eles na re-utilização.

Ai que você percebe como a criatividade humana é mesmo ilimitada! de uma mesma peça, cada um consegue criar algo completamente diferente… Vejam a versatilidade do que encontrei por ai, de prateleira, biombo, cama, estante, quadro, deck, sapateira, mesa, mesinha de centro e lateral até jardineira vertical.

 

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Síndrome do ninho vazio

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Toda família conhece a história. Os filhos crescem e em determinada idade deixam a casa dos pais para construir uma vida independente. Na casa que antes era cheia de vozes, o silêncio passa a reinar. Não tem como evitar, este é o ciclo da vida. É comum o casal ter muita dificuldade para lidar com essa mudança, e é nesse momento que surge, o que chamamos de “Síndrome do Ninho Vazio”.

Ela se caracteriza pelo sentimento de solidão, vazio, tristeza, irritação e depressão que muitos pais sentem com essa nova fase da vida. Embora muitos pais sejam também afetados, é uma fase complicada principalmente para as mulheres que passaram toda a sua vida dedicando-se exclusivamente aos filhos. Quando eles vão embora, elas perdem o chão, sentem um enorme vazio, e não conseguem lidar com esse ritual de passagem. Esse sofrimento, às vezes devastador, acaba ganhando proporções prejudiciais à vida, quando não se consegue lidar com essa perda. A saudade pode virar angústia, crises de ansiedade e podem surgir sintomas ou adoecimento.

Há ainda um agravante para as mulheres já maduras: a menopausa. O período do climatério, culminando com a menopausa, afeta muito a mulher. As mudanças hormonais aumentam a suscetibilidade às oscilações de humor, à depressão e outros sintomas. Sua autoestima diminui e sente-se muito fragilizada emocionalmente. Nesse momento, ela precisará muito da compreensão do marido e também dos filhos. Que eles entendam que não é questão de egoísmo ou excesso de amor, é que realmente um ciclo significativo da própria vida, cheio de realizações e boas lembranças está se encerrando, e surge o medo do vácuo.

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Se tanto a mãe quanto o pai se sentem realizados profissionalmente, e não estruturaram suas vidas apenas em torno dos filhos, fica muito mais fácil lidar com essa nova etapa da vida. Assim, podem enriquecer suas vidas, usufruindo da maior liberdade com passeios, viagens, cursos, danças, hobbies, ampliar a vida social, ter atividades físicas… , fazer tudo aquilo que lhes dão prazer.
Um ponto de vital importância nessa nova situação é a constatação da significativa influência e mudança na vida conjugal. Muitos conflitos aparecem quando os cônjuges só se dedicaram aos filhos e não ficaram atentos às necessidades do parceiro (a), não cultivaram a relação a dois durante toda a vida.

Com o ninho vazio, os problemas que antes estavam adormecidos, aparecem, os dois ficam muito mais expostos um para o outro. Se o casal não estiver preparado, o relacionamento complica e pode até acabar. É muito importante que cada um procure se sentir bem consigo mesmo e reconhecer seu próprio valor, antes de qualquer coisa, para depois lutar pelo relacionamento.

Faz-se necessário um resgate, investir de verdade cuidando da relação, reconstruindo a parceria e a cumplicidade. Precisa haver paciência, compreensão, apoio, companheirismo e afeto de um para o outro. Enxergar que é uma boa hora para reaquecer o relacionamento e que ambos podem se alimentar dessa troca de amor e carinho.

Texto de Solange Quintaniha
Psicóloga Médico-Hospitalar, Psicanalista e Psicóloga Motivacional. Especialista na Terceira Idade e em Tabagismo. Palestrante de Temas Existenciais e Autoajuda.
Contatos: (21) 8179-99-99
E-mail:solangepsi8@gmail.com

 

Beleza Negra: não é a cor, é como você se mostra que te faz linda!

Em homenagem à beleza negra, algumas fotos que mostram que o auto-conhecimento traz a confiança para explorar os pontos fortes de todas as belezas da mulher negra: cor, cabelos e traços. 

Muitas vezes não precisamos disfarçar os traços fortes, mas acentuar de forma correta, trazendo a tona nossa personalidade e estilo de ser. 

Seja mais, seja você!

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O que é a inteligência afinal?

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A mente brilhante, que nos coloca no topo da cadeia alimentar e da curva da evolução, tem inspirado vários estudos ao longo dos anos. O que é a inteligência, como medi-la e aumentá-la é um assunto que não sai de moda. Não é à toa que todo mês deparamos com manchetes ligadas ao desenvolvimento mental. Mas, afinal, o que é inteligência e como ela se aplica nos dias de hoje? Essa faculdade é tão complexa que, não por acaso, ainda não se chegou a um significado universalmente aceito sobre ela. Um conceito usado atualmente é o do psicólogo norte-americano Howard Gardner, que classifica a inteligência como a habilidade de resolver problemas ou criar produtos de valor nos ambientes culturais nos quais se está inserido. “Pessoas “mais inteligentes” tendem a resolver problemas em menos tempo e com menos esforço mental, sendo mais eficientes”, afirma Káritas de Toledo Ribas, sócia-diretora da empresa Appana Mind – Desenvolvimento Humano e Psicofisiologia Aplicada e especialista em medicina comportamental. Segundo ela, eficiência significa “a capacidade de gerar trabalho a um custo energético reduzido”. Com base nesse conceito de inteligência, pode-se dizer que ela não é apenas uma questão de QI, mas um conjunto de habilidades. Então, dizer que Pelé, o rei do futebol, é tão inteligente quanto foi o físico Albert Einstein não é errado. A explicação disso veio nos anos 1990, quando Gardner apresentou sua teoria sobre inteligências múltiplas, com sete tipos diferentes de intelecto: linguístico, lógico-matemático, espacial, intrapessoal, corporal-sinestésico, interpessoal e musical. Segundo ele, essa classificação pode ser de grande ajuda para potencializar o aprendizado.

Diversos fatores influenciam o desenvolvimento mental da criança. “Inteligência é o somatório de herança biológica e meio ambiente, que é tudo o que gira ao nosso redor, inclusive alimentação, estímulo e cultura”, afirma Káritas. Partindo disso, o escritor Malcolm Gladwell, em seu livro Outliers – Fora de Série, expõe por que algumas pessoas têm sucesso e outras não. Segundo ele, além da inteligência, fatores como contexto histórico, oportunidades e esforço determinam o sucesso.

Inteligência variável

Estudos indicam que algumas variáveis como nível socioeconômico, idade, sexo e grau de escolaridade podem influenciar nos testes de inteligência. Os alunos de classe média alta, por exemplo, tendem a ter melhores resultados que os de classe média baixa no teste de Goodenough, no qual as crianças desenham um homem, e em sua revisão, em que elas desenham um homem e uma mulher.

Para ilustrar seu argumento, Gladwell cita uma experiência do psicólogo norte-americano Lewis Terman, da Universidade Stanford. Em 1920, Terman começou a monitorar cerca de 1.500 estudantes ditos “superdotados”, com o QI superior a 140. Sua hipótese era que essas crianças seriam a próxima geração da elite norte-americana. Gladwell aponta que essa ideia representa o modo como entendemos o sucesso, uma vez que há escolas e programas especiais para superdotados, além da preferência de algumas empresas por eles.

O sucesso é uma soma de inteligência, esforço, contexto histórico e oportunidade, segundo o escritor norte-americano Malcolm Gladwell.

Mas, ao contrário do que Terman esperava, o QI elevado não foi a matéria-prima do sucesso. No final do estudo, os 730 homens que apresentaram resultados conclusivos foram divididos em três grupos. Os 150 integrantes do grupo A (pouco mais de 20% do total) obtiveram sucesso: formaram-se advogados, médicos e acadêmicos, a maioria com pós-graduação. Os pertencentes ao grupo B – 430 homens, quase 60% do total – conseguiram resultados “satisfatórios”: obtiveram o diploma de graduação e estavam em boa condição de vida. Já o grupo C, com 150 integrantes, obteve resultados inferiores a sua capacidade intelectual. Muitos deles exerciam funções secundárias, como vendedores de sapatos, ou estavam desempregados; apenas oito homens cursaram pós-graduação; um terço deles havia abandonado a faculdade e um quarto só possuía diploma do nível médio.

“A verdade nua e crua do estudo de Terman é que (…) quase nenhuma das crianças geniais da classe social e econômica mais baixa conseguiu se destacar”, escreve Gladwell. Ele argumenta que o fracasso nesse caso não pode ser atribuído a características do DNA ou circuitos cerebrais. “O que elas não tiveram foi algo que poderiam ter recebido, se soubessem que era daquilo que necessitavam: uma comunidade ao redor que as preparasse para o mundo.”

A experiência de Terman prova que, tratando-se de inteligência, há muito a considerar. Vários teóricos se opõem aos testes de QI  – inclusive Gardner. “Para ele, rotular a inteligência como um escore depois da realização de testes lógicos e matemáticos é negar de forma veemente a gigantesca capacidade do ser humano em resolver problemas através de outras qualidades”, explica Marcello Árias Dias Danucalov, psicofisiologista com experiência em técnicas de integração cérebro, mente e corpo e sócio-diretor da Appana Mind. Os testes, segundo Gardner, medem apenas uma parte da inteligência, a referente à lógico-matemática.

A teoria de Gardner sobre inteligências múltiplas diz que todos nascem com tendências genéticas e elas, quando potencializadas pelo ambiente, podem resultar em diferentes habilidades. “A pessoa nasce com todas as inteligências e desenvolve apenas uma ou duas até a excelência. Provavelmente, elas são dependentes não apenas de um gene, mas de inúmeros genes, que se relacionam de forma complexa”, diz Danucalov. A pergunta, então, é: como descobrir quais são nossas inteligências mais afloradas? Káritas afirma que há testes psicológicos para determiná-las, “mas a melhor forma é fazer com que a pessoa esteja inserida em ambientes desafiadores que estimulem todas as formas de manifestação cognitiva”. Ela também lembra que é importante proporcionar vivências ao indivíduo para que ele perceba naturalmente em quais atividades se sobressai.

Qual é o seu QE?

A imprensa começou a prestar atenção na questão da inteligência emocional com a publicação da obra Inteligência Emocional, de Daniel Goleman. Hoje, seus conceitos são aplicados em muitas profissões, sobretudo na área de recursos humanos. A inteligência emocional também corresponde à interpessoal e intrapessoal propostas por Howard Gardner.

 

Segundo Danucalov, desenvolvemos as inteligências ao longo da vida, mas existem as chamadas “janelas de oportunidade”, períodos nos quais o aprendizado é facilitado. “Podemos aprender uma nova língua a qualquer momento da vida, mas, se quisermos aprendê-la sem sotaque, precisamos ser expostos a ela precocemente, até os 10 anos de idade”, exemplifica. Ele também sublinha que trabalhar com as múltiplas inteligências pode ser mais complexo que o imaginado. Por exemplo, uma criança ter aula de violão uma vez por semana não implica o desenvolvimento da inteligência musical. “Há mais chance de desenvolver essa inteligência se o ensino dos acordes e das sequências harmônicas estiver atrelado à necessidade de solucionar um problema, transmitir uma informação”, explica.

Em sua obra, Gardner deixou as portas abertas para novos tipos de inteligência. Tanto que outros pesquisadores começaram a lançar hipóteses de diferentes intelectos, como o naturalista, referente ao conhecimento da natureza. Segundo Gardner, para uma nova classificação de inteligência ser aceita pela academia, ela deve preencher alguns quesitos, como base biogenética e neurológica, e possibilidade de essa capacidade facilitar a adaptação ao meio. No entanto, Danucalov enfatiza que não existem indivíduos que consigam utilizar o potencial de todas as inteligências. “Os seres humanos devem ter tendências genéticas a desenvolver uma ou duas das citadas inteligências; as demais estarão presentes, porém não atingirão grandes escores quando medidas.”

O escritor canadense Don Tapscott, autor de A Hora da Geração Digital, não propõe um tipo de inteligência, mas sublinha que a tecnologia tem causado impacto no comportamento e no cérebro. No livro, ele aponta algumas alterações nas habilidades mentais de uma pessoa em razão da tecnologia, como o caso de C. Shawn Green, aluno de medicina da Universidade de Rochester (Estados Unidos), que obteve nota máxima em um teste de reflexos visuais no qual as outras pessoas conseguiam em média 60% de sucesso. A justificativa para o olhar aguçado foram as horas jogando Counter- Strike, um game de ação para computador no qual o jogador deve encontrar terroristas e matá-los. Em artigo publicado na revista científica Nature, Green e a neurocientista Daphne Bavelier, da Universidade de Rochester, escrevem que esse tipo de jogo é capaz de aumentar a percepção e o processamento de informações visuais.

“O cérebro é especialmente adaptável a influências externas nos primeiros três anos de vida, na adolescência e nos primeiros anos da vida adulta, que é exatamente quando a maioria dos jovens da geração internet está mergulhada na tecnologia digital interativa de 20 a 30 horas por semana”, escreve Tapscott. Baseado nesse pressuposto, o autor argumenta que muitos integrantes dessa geração possuem algumas habilidades a mais, como capacidade espacial, rapidez em pesquisas na web e troca de atenção em tarefas.

Tecnologias, como computador e internet, usadas corretamente, podem ser excelentes ferramentas para potencializar algumas habilidades

Tapscott lembra que muitos estudos desfizeram o mito de que o cérebro para de se desenvolver após uma certa idade. Segundo ele, certas pesquisas comprovam que o cérebro muda ao longo da vida. Por exemplo, alguns taxistas de Londres, que precisam decorar todas as ruas de sua cidade, têm o hipocampo (região do cérebro associada à memória) maior que o de motoristas de outras categorias. Logo, o cérebro dos jovens que se expõem muitas horas por dia à tecnologia interativa pode ser remodelado ao longo de sua vida, potencializando certas habilidades.

De acordo com Tapscott, ao contrário do que muitos pesquisadores alegam, os jovens de hoje podem ser potenciais gênios. O escritor canadense frisa que as novas tecnologias de informação estão remodelando a maneira como as pessoas absorvem conhecimento e o passam adiante. Com isso, talvez daqui a alguns anos se possa diagnosticar novos tipos de inteligência, capazes de enfrentar os desafios com que a humanidade já se defronta.

 

História do QI

Em 1900, o psicólogo francês Alfred Binet criou um teste capaz de predizer se uma criança obteria sucesso nas séries primárias das escolas parisienses. O exame, que avaliava a idade mental do jovem, foi considerado o primeiro teste de inteligência. Em 1914, três anos após a morte de Binet, o alemão William Stern propôs a fórmula de divisão da idade mental da criança pela cronológica. O resultado seria o quociente de inteligência, o QI que conhecemos. Mais tarde, essa fórmula foi revisada por Lewis Terman, da Universidade Stanford, que multiplicou o resultado por 100, dando origem ao teste de inteligência Stanford-Binet, um dos mais usados por 50 anos.

 

Tipos de inteligência

Howard Gardner identificou sete tipos de inteligência e elaborou requisitos para identificar outros tipos de talentos.

Linguística – Relacionada a leitura, escrita e fala. Pessoas que têm seu ponto forte na linguagem, como poetas e escritores, possuem facilidade em lidar com a expressão escrita e oral. Jorge Amado e Carlos Drummond de Andrade são exemplos dessa inteligência.

Musical – Associada àqueles que têm facilidade em compreender o som, captar sua expressão e transmitir sentimento através dele, como Mozart, Jimi Hendrix e Gilberto Gil.

Lógico-matemática – É a inteligência que remete ao universo lógico, repleto de números e fórmulas. A maioria dos testes de QI acaba medindo esse tipo de intelecto, exemplificado nos físicos Albert Einstein e Niels Bohr.

Espacial – Está relacionada a pessoas que têm facilidade em trabalhar com coordenadas espaciais e em pensar em imagens, como o arquiteto Oscar Niemeyer ou o pintor Pablo Picasso.

Corporal-cinestésica – A facilidade em se locomover pelo espaço, conhecer bem o potencial físico do seu corpo e ter boa coordenação motora é típica de grandes nomes do esporte, como Pelé e Michael Jordan.

Interpessoal – Está ligada à habilidade de lidar com outras pessoas e a trabalhar em grupo. Frequentemente é vinculada a professores e políticos, como Barack Obama.

Intrapessoal – É a inteligência relacionada ao autoconhecimento e ao equilíbrio interior, inclusive quando a pessoa se encontra em situações difíceis. O ex-presidente sul-africano Nelson Mandela é um de seus melhores exemplos.

Naturalista – Essa inteligência, proposta após a divulgação das ideias de Gardner, está associada àqueles que têm grande facilidade em transitar pela natureza, como os índios.

Texto: maira@planetanaweb.com.br

Revista Planeta Terra

 

Wifi: vício ou necessidade?

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Eu sinceramente acho que hoje é uma necessidade o acesso ao Wifi. Logicamente que tem pessoas que ficam com pânico por não estar conectada, mas pensando racionalmente, se excluirmos todos os acessos às redes sociais do nosso celular e notebook e mantivermos o uso apenas para o que é útil, veremos que o uso é necessário, não um simples vício. Logicamente que socialmente facilita muito… saber como estão os amigos, ver fotos de uma viagem do primo, falar no skype com a irmã, mandar uma foto no Instagram, tudo isso é bem legal de ter e distrai bastante. Mas não necessariamente é um vício.

Imaginando não ter esse meio de comunicação, muitas coisas seriam bem mais trabalhosas… fazer um depósito, pagar uma conta, mandar um comprovante, procurar um produto, fazer uma pesquisa, etc… 

O que entendo que seja importante é não trocar o virtual pelo pessoal, apenas usar a ferramenta como forma de nos aproximarmos e mantermos contato com pessoas que queremos. O ponto é que algumas pessoas viciam, mas viciariam por serem naturalmente propensas ao vício. Se não fosse Wifi, seria o telefone, a TV, ou outro aparelho.

Enfim, sabendo usar e dosar, não abro mão!!

 

Significado das cores: Laranja

Vermelho+amarelo=laranja… cor que estimula a mente, despertando interesse e permitindo assimilar novas idéias. Esse tom transmite alegria, vitalidade, prosperidade e sucesso.

É a cor da vitamina C, que é um antioxidante! que ajuda o corpo a se renovar para manter a vitalidade.

É a cor do por do sol, que indica que um dia está se acabando para dar início a outro – novamente a ideia da renovação.

A prosperidade vem do exercício regular de buscar alternativas para continuar a caminhada. Se estivermos sem sucesso, é nesse exercício que podemos mudar o mood para nos tornar prósperos.

O sucesso vem da tentativa do erro e do acerto! as pessoas progridem, evoluem e crescem… para isso basta que permitam que o tempo faça seu trabalho e sejam receptivas às lições que nos são colocadas no dia a dia. No acerto, comemorar e no erro, entender e refazer sob novas bases. Tudo é lição, dos mais simples acontecimentos do dia a dia até os mais complexos. Cumprimentar o porteiro do prédio e receber um sorriso é um aprendizado sobre geração de gentileza, transmissão de carinho, regras de convivência e olhar o outro. Em cada ação do dia você está apreendendo!

O sucesso, a alegria e a vitalidade vem de todo esse processo de renovação, que o Outono nos mostra bem, com a beleza das flores se amarelando, alaranjando e caindo das arvores para dar espaço para outras folhas virem e cumprirem seu papel na natureza.

A beleza do por do sol:

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A força da vitamina C:

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A energia da cor:

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A renovação do Outubo:

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A alegria do laranja:

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Confira as oito modelos Plus Size do momento

Esse post mostra a beleza das modelos nos padrões “plus size” como chamam, mas na verdade, nos padrões da vida real!
Vejam que o tamanho nada tem a ver com estética, elegância e sensualidade! Dá para ser linda de qualquer tamanho! Acho que a beleza está mais relacionada a auto-estima e por consequencia a vaidade do que propriamente ao tamanho.
Se você está fora do tamanho que a indústria acha ideal, não se deixe abater! Encontre seus pontos fortes e explore-os para mostrar sua beleza, charme e identidade.
Seja mais, seja você!

MONDO MODA

Pode acreditar: o mercado de moda começou a falar sobre Modelos Plus Size há 15 anos! Na época, modelos com manequim 52-54 começaram a aparecer em catálogos de marcas desconhecidas. Tempos depois, elas chegaram às mídias especializadas, renderam matérias e abriram uma discussão sobre novos padrões de beleza. Tudo lindo e maravilhoso, mas… Quinze anos depois, o que mudou no universo da moda?
Vamos lá:
  1. Para campanhas, desfiles e catálogos, as modelos Plus Size precisaram se enquadram nos manequins 44-48. Ou seja, tiveram que emagrecer. Quando Crystal Renn, umas das primeiras modelos Plus Size, começou a fazer sucesso, logo começou a emagrecer. Hoje, seu manequim é 42. Ela representa o tamanho M existente em boa parte das marcas. No Brasil, muitos homens podem acha-la ‘gostosa’, mas, para o padrão do mercado de moda (as medidas são manequim 36 e altura 1,77), ela é ainda é gorda. No caso, ela é Curvy.

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Significado das cores: Amarelo

O que te diz o amarelo? 

A cor amarela significa luzcalor, descontração, otimismo e alegria. É uma cor forte, predominante e que seu uso está relacionado à prosperidade! Cor de ouro, do sol, do girassol, do Ipê… ao usar, emanamos força e positivismo.

Quem muito explorou esse tom é Vincent Van Gogh, que não deixa suas telas sem a paleta. São várias obras famosas explorando a força da cor, talvez muito para iluminar a si mesmo. 

 

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O calor e significado do sol

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O girassol que vive através da energia do sol, se virando naturalmente para buscar a luz e energia que o astro rei emana.

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 Um belo vestido de festa fica elegante no tom amarelo!

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Trabalhar numa escrivaninha amarela traz excitação ao ambiente

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Quem não para na rua para admirar um Ipê desses? é espetacular!

 

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Misturado com tons mais sóbrios, como cinza e marrom fechado, transforma a sala com vida e positivismo.

 

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E por fim: quem não se derrete por uma declaração de amor dessas?

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Seja mais, seja você!

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Para mostrar que tudo é possível!

Se diferenciar é cada vez mais difícil, mas essa agência de viagens (SNCF Railways) apostou e investiu numa ideia bem legal!
Com o objetivo de mostrar que viajar é simples, basta atravessar uma porta, criou essa ação interativa em praças públicas. As pessoas efetivamente abrem uma porta – que tem a placa do destino – e se deparam com alguém do outro lado no cenário da cidade escolhida.
Realmente, se for pensar, basta atravessar uma porta para fazer algo que se quer… essa porta pode estar trancada a sete chaves, com cadeados, mas você consegue abrir todos. Dê o primeiro passo e escolha seu destino!
SNCF “Europe. It’s Just Next Door”
Seja mais, seja você!