Vídeo

Se sua família fosse uma empresa…

… e você tivesse que mudar para uma casa menor, como faria para que sua filha “demitisse” parte dos seus brinquedos ?

Hoje estamos muito vacinados em relação aos processos diversos das empresas para “enxugar” o quadro, demitir para poder entregar o lucro, demitir por questões de desempenho, etc…, mas a verdade é que colocando sob o ponto de vista pessoal, conseguimos pensar de forma diferente sobre esses processos. Tanto do ponto de vista de quem conduz o processo de demissão quanto das pessoas que permanecem na empresa. Não há preparo nem para demitir com dignidade e nem para aparar os que ficam.

Vendo esse vídeo, me fez pensar que realmente hoje nem sentimos mais quando perdemos um companheiro de trabalho, simplesmente aceitamos que uns vão e outros vem. Deixamos de nos aproximar das pessoas no ambiente profissional justamente porque nunca sabemos o dia de amanhã. Nesse processo, nos tornamos pessoas frias e calculistas, não permitindo envolvimento para não sofrer com a perda posteriormente, pois sabemos que mais cedo ou mais tarde ela virá.

Não estou aqui dizendo que as empresas devem gerir o negócio como se fosse “pessoal”. Precisam sim buscar o lucro e entregar os números, porém há muito o que se discutir sobre essa arbitrariedade, uma vez que em várias empresas há muito “roto falando do esfarrapado”. Ou seja, muitos gestores péssimos que não conseguem conduzir e motivar equipe e que se mantém nos cargos por questões políticas ao invés de bom desempenho.

Por fim, esse vídeo mostra bem isso: por um lado como o conflito de interesses difere entre um e outro, nos dando uma noção que equipe hoje não passa de um número – sua matrícula na empresa, que deve seguir a regra de outro número – número de funcionários permitido no quadro, que por sua vez obedece às normas do número um – presidente que se comprometeu com lucro XYZ. (para ser bem simplista na lista da obediência aos números). Por outro lado, como a equipe sofre ao ter que escolher qual profissional vai demitir, pensando apenas no interesse da empresa, sendo que estamos falando de pessoas e não de material de trabalho.

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