Para melhor entender divórcios …

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… assista o filme ” Jantar com Amigos” – baseado na peça vencedora do Prêmio Pulitzer de Donald Margulies, Jantar Com Amigos é um filme que explora o lado doce e ao mesmo tempo amargo da amizade. Gabe e Karen formam um casal feliz. Há anos têm como melhores amigos Tom e Beth. Certa noite, quando preparam o jantar, recebem a notícia da separação, Tom trocara Beth por outra e estão se divorciando. Logo se sentem obrigados a tomar partido nesta batalha e à medida que a separação vai acontecendo, novos relacionamentos se formam e os dois resolvem fazer um balanço do próprio casamento e já não tem tanta certeza que são felizes com o que descobrem.

É inevitável fazer algumas reflexões conforme o filme se apresenta:

– quando a separação não é conosco, percebemos que conhecemos apenas parte da história do casal. O que acontece entre 4 paredes, apenas os 2 sabem.

– ao receber a notícia da separação de um casal amigo, somos impelidos a tomar partido, julgar e definir quem “merece” manter a amizade, quando na verdade esse julgamento não é “fair”, até pelo item acima: quem sabe a história toda para poder definir? quem somos nós para julgar a amizade entre nós sem confundir com o que aconteceu no relacionamento do casal que se separa? uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa

– uma separação de alguém muito próximo automaticamente nos faz pensar sobre nosso relacionamento, comparar, analisar prós e contras e agir para resolver o que não funciona e mesmo avaliar se vale a pena ficar juntos ou não. Entendo que isso está relacionado com aquela idéia de que uma vez que a mente se expande, ela não volta. Portanto, se um novo horizonte se abre, ele passa a fazer parte das escolhas atuais ou do futuro.

– avaliar se você ainda traz emoções ao seu relacionamento. É imperdível o diálogo quando Greg Dinnear conta ao amigo (Dennis Quaid) como se sentia novamente vivo através da nova relação. Enquanto que Dennis Quaid tenta convencer o amigo que todas as emoções que ele estava sentindo não tinham importância diante dos valores tradicionais.  

– todo julgamento é equivocado. Nesses casos de separação entre casais amigos, não se toma partido e não há certo ou errado. Nosso papel, se formos amigos, é apoiar as decisões, alertando e estando ao lado para suportar as consequências dessas decisões. Os “novos” parceiros não são “Judas, Diabo, Monstro, Inimigo”… são novas pessoas que fazem parte da vida de um amigo(a) e que temos que respeitar e conhecer, para permitir uma afinidade e seguir com a amizade a 4.

No mais, acho que podemos entender que a felicidade é muito mais ampla do que imaginamos no nosso mundo quadrado e restrito. Há vários outras dicas para refletir que só mesmo assistindo para absorver, de acordo com o momento de cada um!

Indico muito!!!

Seja mais, seja você!

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