Empresas com Propósito

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Parece idealista, mas não é. Empresas com Propósito tendem a fazer muito mais sucesso do que as empresas baseadas apenas em lucro. E, pode parecer estranho, mas é perfeitamente viável ganhar dinheiro com um propósito. Como soa dissonante, lucro e propósito, as pessoas não acreditam que é possível. Mas hoje assisti uma palestra que deixou muito clara essa possibilidade, na verdade, mais do que clara, ficou obvio que esse é o único caminho para que a empresa sobreviva financeiramente saudável.

É fato que uma das dificuldades das empresas hoje é a manutenção de uma equipe e uma equipe motivada e engajada. Fica simples entender quando pensamos nessa geração, a geração millenium. Na análise geral, até pensamos que são descompromissados, desmotivados por natureza, sem responsabilidade e sem visão de futuro. #sqn… entendo que a motivação deles não está no salário do final do mês com as garantias que a CLT oferece. Isso tem pouco valor quando comparado com como entendem o mundo e o que esperam dele daqui em diante.

Os milleniuns não vieram para “trabalhar”, vieram para contribuir, agregar, compartilhar, dividir, etc… Eles entendem que uma empresa que tenha um sentido maior do que o lucro motiva mais do que as que não têm. Sabe aquela pergunta que faziam em entrevistas de emprego? Como você se vê daqui a 5 e 10 anos? então, numa gestão sem propósito a resposta ideal é “quero ser o gerente e o diretor da empresa” já numa empresa com propósito é “quero ter contribuído para diminuir a fome, quero ter participado do atendimento a 30 pessoas, quero ter empoderado as mulheres no ambiente x, quero ter protegido x pessoas da febre amarela, etc…”

Faz sentido para você? nossa, para mim faz muito.

Algumas empresas com propósito, a título de exemplo e para esse texto não ficar tão etéreo:

  • Dr Consulta (a intenção era entregar saúde para os mais necessitados, sem os altos custos dos planos de saúde e em melhores condições do que o sistema público de saúde)
  • Lady Driver (empresa de transporte com motoristas do sexo feminino)
  • Facebook (yes… a motivação sempre foi a conexão de pessoas e não uma empresa com fins lucrativos, lembra do início? hoje ampliado para empresas)
  • Mãe Terra (que garante manter suas intenções mesmo pós Unilever)

Concluindo, se o modelo for lucro exclusivamente, conseguir aderência contínua vai ser um desafio… já, se o modelo tiver uma missão com um propósito maior, de devolver para a sociedade algum valor, naturalmente deverá atrair colaboradores apaixonados pela causa, que será muito mais lucrativo no final do que o primeiro modelo.

Foi esse meu #aprendizado de hoje na palestra do Facebook Summit 2017.

#sejamaissejavocê

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