Mega acessórios

Mega acessórios

Numa composição de azul claro e jeans, um colar dourado pesado faz parte para garantir look atual.

E uva, passa? e depois que passa, melhora?

E uva, passa? e depois que passa, melhora?

Acho que essa foto diz muita coisa… tem dias que estamos assim, bem “murchinha”, triste e sem vivacidade. Exige um esforço enorme para voltarmos a ser uva, sair desse muxoxo, levantar a cabeça e recuperar nossa viçosidade! e para isso que existem os amigos, companheiros e familiares. Eles nos ajudam e carregam nesses momentos, inflando nosso ego quando está baixo, mostrando novos caminhos, abrindo nossos olhos para o que não está visível!
Então, a uva passa, mas com ajuda, volta a ser uva! Ajude para ser ajudado!

Day by day

Day by day

Não sei vocês, mas eu tenho alguns dias em que quero estar mais hippie sabe… com esse estilo mais descontraído, camiseta branca com uns colares sem brilho, mais rústicos.
Essa foto representa bem um desses dias, em que o estilo é esse, pensado e leve, sem preocupação.
Experimente de vez em quando variar seu próprio modo de se vestir e vai ver que se sentirá outra mulher!
Vale a pena sair do “seu básico” hora ou outra…

Bolo de Chocolate sem farinha de trigo

Bolo de Chocolate sem farinha de trigo

Simplesmente o máximo! é um bolo que não vai farinha, mas vai coco ralado, que dá a consistência para o bolo, além do chocolate. 

Quem gosta de bolo mais molhadinho, esse é o ideal! E não deixe de fazer a cobertura, porque faz toda diferença nessa receita. Bom, para finalizar, afirmo que eu fiz a receita e deu certo! façam sem susto…

Massa:  

7 ovos

7 colheres de sopa de açúcar

7 colheres de sopa de chocolate em pó

4 colheres de sopa de óleo

2 colheres de sopa de margarina

100 g de coco ralado seco

1 colher de sopa de fermento em pó

Cobertura:

1 lata de creme de leite com soro

3 colheres de sopa de água

3 colheres de sopa de chocolate em pó

 

Modo de preparo:

Bata no liquidificador 7 ovos, 7 colheres de açúcar, 7 colheres de chocolate em pó, 4 colheres de óleo e 2 colheres de margarina. Retire do liquidificador e misture 100 g de coco ralado seco e 1 colher de fermento em pó. Numa forma redonda (25 cm x 4 cm) untada e forrada com papel-manteiga, despeje a mistura do bolo e leve ao forno a 180ºC por 40 min.

Cobertura:

Leve ao fogo 1 lata de creme de leite com soro, 3 colheres (sopa) de água e 3 colheres (sopa) de chocolate em pó até levantar fervura. Deixe esfriar e cubra o bolo.

 

Bom apetite!!

Razão

Razão

Concordo que as pessoas que conhecemos na vida têm algum papel a desempenhar: ensinar. Aquelas que nos fazem felizes nos ensinam como é bom ter alguém do nosso lado. Já as que nos fazem tristes por alguma razão, são as que mais nos ensinam. Aprendemos a valorizar a alegria, a nos levantar diante de uma decepção, a ter cuidado da próxima vez e a nos afastar quando percebemos que são nocivas.
De tudo isso, o difícil é valorizar em igual proporção esses dois tipos de pessoas. Mas quando temos a clareza do papel que elas tiveram na nossa jornada, acho que fica um pouquinho mais simples e aprendemos a colocá-las no seu devido lugar dentro do rol de amizades.

Livros, como são importantes!

Livros, como são importantes!

O bom de ler um livro é que você consegue viver diversas situações diferentes sem necessariamente passar por elas. E um bom livro, te faz viver o papel de um ou vários personagens, te envolvendo e fazendo você sentir os momentos, as angústias, alegrias e dúvidas como se fosse parte viva da história. Quando isso acontece, você tem vontade de conversar e contar sobre a história e dividir tudo que está vivendo. É inebriante a capacidade que o livro pode ter de fazer parte da história de uma pessoa.

Bruce! ai Bruce…

Bruce! ai Bruce...

Não sou fã número 1 dele, mas sim da voz e de uma música em especial – Streets of Philadélphia (http://www.youtube.com/watch?v=4z2DtNW79sQ), acho a batida de fundo suave mas marcante e com o som do vento meio que envolvendo, a voz dele contando sobre os sentimentos, o “coral” no la la la a entrada de alguns instrumentos de repente me fazem muito bem! Mas voltando, achei muito simpático dele ontem começar o show com uma música nacional (cantando em português, que deve ter sido um desafio). Considero que uma atitude dessa, ele abriu o coração de muitos e mostrou também, que apesar da idade, ainda canta andando pelo palco, se mistura com a platéia e deu espaço para seus músicos aparecerem num gesto de humildade.
Fiquei fã e vou comprar a única biografia autorizada dele que foi lançada.
Boa Bruce!!! me ganhou ontem!

É triste, mas acontece…

É triste, mas acontece...

Sempre reparo à minha volta em como os casais se relacionam, seja no restaurante, numa festa, no supermercado, enfim, em lugares comuns e vejo que muitos deles mal se falam, ou falam o necessário! “já pediu?, pega a margarina, vou ali falar com o fulano de tal e já volto…” são apenas trocas de informação, mensagens, para não sair de perto sem avisar nada. E aí, o que aconteceu com essas pessoas que se escolheram para companhia? Deu errado? deixaram de se amar? acho que não. Acredito que seja simplesmente o fato da natureza humana acomodada deixar que as “coisas” aconteçam naturalmente, que ele/ela faça algo diferente, que uma mágica aconteça do nada, que ele/ela despertem como uma nova pessoa no outro dia e assim por diante. Mas num relacionamento as coisas não funcionam assim. Tem que ser construído dia a dia, não tem atalho e muito menos milagre. O que tem é estímulo e atenção ao outro, o que é cada vez mais difícil porque sempre priorizamos outros afazeres em detrimento do nosso marido/esposa.
A situação piora, e muito, quando temos os filhos, porque de uma hora para outra, as mães assumem mais um papel e encontram outra muleta para se apoiar e dizer que não tem mais tempo. Digo as mães porque no geral, são elas que assumem mais o papel de mãe e ainda tentam acumular o do pai. Ao invés de dividir os filhos, monopolizam e deixam os pais na “marginal” da educação e acompanhamento das tarefas diárias. (mas esse tema vou falar em outro post, porque tem muito assunto para aprofundar).
Mas o que quero sinalizar é realmente o quanto nos dedicamos para manter vivo o relacionamento que temos com marido/esposa? Eu me lembro que quando eu era adolescente, sempre lia nas revistas (tipo Nova) sobre a importância do diálogo e as DRs para amadurecer o relacionamento, e pensava que era algo tão simples e básico para se fazer, que nunca deveria ser matéria de revista, principalmente de capa. Mas na verdade, é simples quando não estamos emocionalmente envolvidos, mas no dia a dia a gente se perde e deixa de aplicar conceitos básicos que podem movimentar nosso relacionamento em casa.
Acho que fica a dica de que o dedinho do cara na foto, demonstra que sim, ele te ama, e sim, você deve se esforçar para acertar os pontos com ele e manter vivo seu relacionamento.

Minha filha! Fran!

Minha filha! Fran!

Essa é a minha filha, Francine, ou Fran, como chamamos, assim ela não fica com aquela sensação de que fez coisa errada (chamar pelo nome todo ainda hoje dá essa conotação para os meus filhos).
Ela está chegando aos 20 anos, e eu como mãe me orgulho dela. Acho que até porque criar filhos é muito difícil mesmo! principalmente a primeira. A gente ainda não sabe como fazer mas tem que ir fazendo. E vai saindo do jeito que dá… queima a pele deles nos primeiros banhos, agasalha demais, exagera no castigo, depois relaxa na bronca e assim vamos tentando acertar e fazer o nosso melhor.
A verdade é que não tem o melhor e no segundo filho, melhora, mas como é outra pessoa e você também é outra mãe, as dúvidas continuam… e você segue igual. Tentando fazer o melhor com o que sabe, equilibrando a razão com a emoção.
Eu sei que criar filhos hoje é muito único, cada um tem o seu jeito de lidar com os desafios. Deixar uma filha de 19 anos sair de noite em SP dói muito! mas não deixar dói mais. Acordar de madrugada e ver que ela não chegou é desesperador, mas como disse um senhor que conheci na fila do banco: “filha, porque as mães sempre pensam o pior, se o melhor sempre acontece!”
E é verdade… graças a Deus nunca aconteceu nada, então minha memória é limpa, logo, eu deveria pensar que a “festa” deve estar boa, já que a Fran não chegou ainda.
Vamos tentando… Um dia vou acordar e pensar assim!

All it takes is…

All it takes is one song to bring back 1000 memories!

Já reparou como temos dentro do nosso coração um registro emocional musical? Você ouve aquela música e na hora você sente novamente a emoção. É impressionante como somos “marcados” pelo audio… apenas alguns acordes e somos levados novamente para aquele lugar ou pessoa, fazendo a realidade atual significar menos perto do passado.

Pessoalmente tenho muitas músicas marcantes, antigas de adolescência ou mais atuais, tipo do ano passado. Acho que a quantidade de músicas pode indicar a quantidade de anos que se passaram ou mesmo de pessoas que nos importaram ou importam nessa vida.

Mulheres – De: Luis Fernando Veríssimo

“Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, 
disfarçadas entre nós.
Pare para refletir sobre o sexto-sentido.
Alguém duvida de que ele exista?
E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?
E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o 
relacionamento?
E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São 
Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque “vai fazer frio”. Você não leva. O que acontece?
O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado 
chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
“Leve um sapato extra na mala, querido.
Vai que você pisa numa poça…”
Se você não levar o “sapato extra”, meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, 
molhado…
O sexto-sentido não faz sentido!
É a comunicação direta com Deus!
Assim é muito fácil…
As mulheres são mães!
E preparam, literalmente, gente dentro de si.
Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?
E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e 
disponibilidade integral.
Fala-se em “praga de mãe”, “amor de mãe”, “coração de mãe”…
Tudo isso é meio mágico…
Talvez Ele tenha instalado o dispositivo “coração de mãe” nos “anjos da guarda” de Seus filhos (que, aliás, foram criados à 
Sua imagem e semelhança).
As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?
Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei 
quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens…
É choro feminino. É choro de mulher…
Já viram como as mulheres conversam com os olhos?
Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.
Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.
E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.
Quantos tipos de olhar existem?
Elas conhecem todos…
Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!
E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.

EN-FEI-TI-ÇAM !

E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?
Para estudar os homens, é claro!
Embora algumas disfarcem e estudem Exatas…
Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher 
era “um continente obscuro”.
Quer evidência maior do que essa?
Qualquer um que ama se aproxima de Deus.
E com as mulheres também é assim.
O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem “estar nas nuvens”, quando apaixonadas.
É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.
E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.
Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.
Mas elas são anjos depois do sexo-amor.
É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.
E levitam.
Algumas até voam.
Mas os homens não sabem disso.
E nem poderiam.
Porque são tomados por um encantamento
que os faz dormir nessa hora.”

(Luís Fernando Veríssimo)

Essa sou eu!

Essa sou eu!

Te convido para ver o mundo com meus olhos! Sempre gostei de compartilhar minha opinião, modo de vida e oportunidades diferentes que encontro com os amigos. Agora estendo para todos, não só os amigos, mas também os futuros amigos!
Um brinde a nós todos!