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Ter filhos é uma “droga” – por Gustavo Mini do blog Conector

Ter filhos é uma “droga” – por Gustavo Mini do blog Conector

Li esse post e achei bem legal como ele conta do vício e efeitos que os filhos fazem nos pais. Alguns são bem como ele descreve, outros mais leves. Acho que o ideal é que tenhamos um pouco de equilíbrio para não ficar tão viciado e manter a vida com outras “drogas” também, porque afinal, somos feitos e formados para ter vários interesses e não um só. Ter um só, emburrece e aliena, não importa se é “filho” – pensar e viver apenas por uma razão é muito pouco! 

Para os mais ortodoxos: tenho 2 filhos, amo acima de qualquer outra pessoa, mas entendo que eles precisam de mim por inteira – o que quer dizer ser eu mesma com todos os meus interesses. Não vivo para eles, vivo COM eles. Quero que eles sejam inteiros mesmo que eu não esteja mais ao lado deles – o que fatalmente vai acontecer um dia. Desejo que sejam pessoas independentes e saibam fazer suas escolhas plenas, sem precisar do meu aval para cada passo dado. Prefiro que tenham sua própria consciencia e iniciativa e não que deem um passo apenas se eu acenar que sim com a cabeça. 

Filhos são seres humanos nos dados por Deus para que cuidemos até quando precisarem, para ensinarmos valores e darmos condições para serem pessoas integras. Eles não são nosso apoio para frustrações, nossa valvula de escape do casamento, da vida profissional ou da vida social. São parceiros de vida, companheiros da rota, que além de ensinarmos, também nos ensinam. Vieram para nos complementar – nos fazer aprender a dar mas também a receber. 

São eles que nos fazem melhores, e nossa tarefa é apenas dirigí-los para o bem – o bem deles não o nosso. 

Seja mais, seja você!

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Minha filha! Fran!

Minha filha! Fran!

Essa é a minha filha, Francine, ou Fran, como chamamos, assim ela não fica com aquela sensação de que fez coisa errada (chamar pelo nome todo ainda hoje dá essa conotação para os meus filhos).
Ela está chegando aos 20 anos, e eu como mãe me orgulho dela. Acho que até porque criar filhos é muito difícil mesmo! principalmente a primeira. A gente ainda não sabe como fazer mas tem que ir fazendo. E vai saindo do jeito que dá… queima a pele deles nos primeiros banhos, agasalha demais, exagera no castigo, depois relaxa na bronca e assim vamos tentando acertar e fazer o nosso melhor.
A verdade é que não tem o melhor e no segundo filho, melhora, mas como é outra pessoa e você também é outra mãe, as dúvidas continuam… e você segue igual. Tentando fazer o melhor com o que sabe, equilibrando a razão com a emoção.
Eu sei que criar filhos hoje é muito único, cada um tem o seu jeito de lidar com os desafios. Deixar uma filha de 19 anos sair de noite em SP dói muito! mas não deixar dói mais. Acordar de madrugada e ver que ela não chegou é desesperador, mas como disse um senhor que conheci na fila do banco: “filha, porque as mães sempre pensam o pior, se o melhor sempre acontece!”
E é verdade… graças a Deus nunca aconteceu nada, então minha memória é limpa, logo, eu deveria pensar que a “festa” deve estar boa, já que a Fran não chegou ainda.
Vamos tentando… Um dia vou acordar e pensar assim!