Numerologia 2016

2+0+1+6 = 9

numerologia2016

O cenário para 2016 tem duas energias fundamentais: Encerramento de ciclo e humanitário. Os dois fatores devem reger as mudanças que você espera no ano. Eles serão o norte para atingimento de objetivo e das escolhas a serem feitas.

Sobre Encerramento de Ciclo, significa que é momento de desapegar, tanto do ponto de vista de laços pessoais quanto dos materiais. Nada de manter um relacionamento ativo que não esteja dando certo, investir em relações que já não retornam o que deveriam ou ainda permitir pessoas indesejadas no seu ciclo de amizades.

Quanto aos bens materiais, o ano é propício para limpeza, faxina e doação. Desapegar de tudo que não é utilizado, abrindo armários e gavetas, aproveitando para fazer doações e ajudar o próximo com seus pertences que já não são mais úteis para sua vida. Deixe o passado para trás e abra espaço para novas energias.

Aproveite para juntar um dinheiro extra e pagar aquela conta que vem se estendendo e somando juros sobre juros. É momento de encerrar e dar pontos finais em dívidas.

No ambiente profissional, se seu emprego não é aquele que você deseja, é hora de sair. Peça demissão e se jogue numa oportunidade que esteja dentro das suas expectativas. É momento de fechar portas para que outras se abram.

Logo, pense que 2016 vai vir para você se organizar para começar um novo ciclo de vida, que durará mais 9 anos. A organização deve ter início na definição e ação de cortar tudo o que não te serve mais. Esteja preparado para abrir mão do seu passado e se jogar para seu futuro.

Considerando o aspecto Humanitário, entenda que será necessário o  altruísmo, entrega e doação ao próximo. O 9 é a doação universal.  Como pano de fundo promove as ações dedicadas aos outros, as pessoas estarão mais propensas a se doar e a serem prestativas.

A doação vale tanto no plano individual, auxiliando um parente ou amigo,  como no coletivo, participando mais ativamente de causas, ONGS ou grupos que visam voluntariado.

Vale lembrar que se estaremos todos voltados ao próximo, isso indica que participaremos de mais acontecimentos que nos impelem a ajudar. E pensando nisso, das duas uma, ou nos envolvemos por iniciativa própria ou vamos ser inseridos em eventos que nos mobilizem a ajudar o outro.

De antemão, escolher as causas que queremos apoiar me parece mais adequado e menos sofrido. Então minha indicação é que escolham o caminho que preferem para não serem surpreendidos por alguma causa que não seja exatamente aquela que gostariam de estar vivenciando.

O auge da felicidade é estar na zona de conforto, em que tudo ao nosso redor parece estar dentro das expectativas e nada pode e nem deve ser alterado. Mas essa zona de conforto, embora seja “feliz”, não é positiva, porque não faz com que tenhamos oportunidades de expansão de conhecimento, amor e horizontes. Portanto, para sairmos dessa zona confortável, o destino ou seja lá o nome que cada um dá, nos coloca em situações mais complicadas, justamente para desafiar e invocar uma ação nova para seguirmos em frente.

Ter fé e estar conectado às necessidades alheias, deixando de lado ou minimizando o olhar para o próprio umbigo, vai ser o mote de 2016. Seja humanitário e se entregue ao “outro” para atingir o máximo do potencial que o ano oferece.

Aproveite a energia do 9 !!!

Em breve post sobre “Numerologia: ano pessoal”

Seja mais, seja você!

 

As 10 franjas mais charmosas!

Manter um corte de cabelo que seja bacana e charmoso o tempo todo exige paciência e dedicação! A franja é bem isso, porque logo cresce e perde o chamado “corte”. Mas ao mesmo tempo, elas trazem um ar de inocência e consegue fazer o contraponto de sexy, a depender de como você arruma o cabelo.

Pessoalmente eu sempre prefiro os contes de cabelo que tragam a franja, seja mais curta ou média, reta ou desfiada… o ponto principal sempre vai ser você saber usar ao seu favor, com os produtos certos. 

Separei algumas fotos que demonstram um pouco do que acho legal, que vai desde cabelos mais longos até os mais curtos. Vejam se conseguem se identificar e guardar para um próximo corte!

Seja mais, seja você!

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6 mil visualizações! Tksssss

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Estou muito feliz por estar comemorando as 6 mil visualizações nos 4 meses de vida do meu primeiro blog! Obrigada a todos que tem “me” visitado !! Espero estar contribuindo, vez ou outra, para que seu dia seja mais descontraído através de uma leitura descomprometida, leve e variada!!

Um brande beijo!!!

 

Sou uma boa mãe?

 

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Pergunta que nunca cala na cabeça das mães! A verdade é que somos preparadas desde criança para a tarefa, já que desde cedo ganhamos as bonecas e delas cuidamos como nossas filhas. Só que não… Na infância, criamos os seres inanimados, damos papinha, banho, trocamos de roupa, ninamos e colocamos para dormir. Só que nessa brincadeira nossos filhos são uns santos, não choram, não fazem birra, sempre comem o que oferecemos, não assam, dormem na hora que escolhemos e ficam no armário ou prateleira dias seguidos sem dar um pio quando simplesmente os esquecemos lá e nos envolvemos com outras brincadeiras.

Já na vida real, tudo muda. Nos deparamos com filhos e não as bonecas. Eles tem suas próprias vontades, algumas vezes parecidas com as nossas e outras vezes completamente diferentes das nossas. Com essas diferenças, nos perdemos e não sabemos lidar. E então nasce a insegurança sobre estar ou não fazendo o que é certo.

Fora “o não saber direito o que e como fazer”, tem o peso da responsabilidade que de um dia para outro cai nas nossas mãos. Um ser vivo para ser cuidado, com toda fragilidade possível. Um cristal, que brilha tanto aos nossos olhos, que o medo de não fazer certo nos ofusca, impõe a miopia e as vezes até uma cegueira, tudo na tentativa de fazer o melhor.

Se o filho passa por uma gestação de nove meses, protegido nas águas da placenta, alimentado pelo drive-thru das veias e acariciado sob o manto protetor da nossa pele, nós as mães não… Nascemos sem gestação! Não existe cursos, aulas preparatórias e nem conselhos e ensinamentos que nos deixe preparadas para a vida de ser mãe.

Quando nossos pequenos nascem, não nasce uma mãe junto… somos nós mesmas, com os aprendizados da vida até aquele momento. Estamos ali, tudo igual, menos a barriga, que está menor, mas o filho transferido para o colo. É um momento de muita alegria mas também de um certo desespero… e agora !?

Nessa hora, mudamos de figura, de personagem e de vida. Somos mãe em primeiro lugar, depois somos os demais papéis da nossa vida. Seguimos a vida com a prioridade bem clara, nossos filhos, cuidar deles da melhor forma.

Bom, essa “melhor forma” é totalmente individual, e de novo, não existe o certo e o errado. Cada mãe é única, e o mesmo para seus filhos. Nunca, em tempo algum, foi possível garantir que uma mesma educação serve para todos os filhos.

Nesse ponto é que vemos algumas mães se complicarem. Porque de tanto medo e vontade de acertar, cometem erros de super-proteger seus filhos. Entendo que alguns exageros começam a ser cometidos baseados na criança interior que cada um de nós temos. O que te fez falta na infância, talvez você vá tentar dar ao seu filho, o que certamente é explicável, porém na realidade, isso tudo também vai ser demais e errado. Se você não teve todos os brinquedos que quis, pode querer sufocar seu filho com todos os brinquedos que ele quer ter. E assim você “cura” sua criança interior, mas “estraga” seu filho. Se você não pode estudar na melhor escola, vai colocar seu filho na super-hiper-the best da cidade, sem antes pensar se essa escolha faz sentido em todos os pontos (valores, distância, grupo de amigos, dentre outros).

Não estou dizendo que não devemos dar o melhor, mas sim se é o melhor do bom senso e não o melhor para a nossa criança interior. É preciso saber separar bem se estamos “usando” nosso filho para curar nossas carências ou para cria-lo para o mundo.

Para saber se acertamos… (se é que é possível saber ou acertar) eu sempre uso aquela máxima (texto extraído de um post no fb): “A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo.”

Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária. Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não para de se transformar ao longo da vida. Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o
conforto nas horas difíceis. Pai e mãe – solidários – criam filhos para serem livres. Esse é o
maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.”
“Dê a quem você Ama :
– Asas para voar…
– Raízes para voltar…
– Motivos para ficar… ” – Dalai Lama”