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Músicas que alteram a química do cérebro!

Não sei vocês, mas eu tenho algumas músicas que me fazem feliz só de ouvir. É como se elas tocassem em alguns botões emocionais que ficam escondidos e me fazem sentir ou re-sentir momentos que foram especiais.
Tem pessoas que sentem isso com aromas ou sabores, eu tenho isso muito forte com algumas músicas e com aromas.
São as chamadas memórias sensoriais, que são acionadas pelos sentidos, sem passar pela consciencia. Perfumes e sons acessam um grupo de memórias onde estão guardadas momentos especiais que ficam escondidos para não ficarem banais.
Seus caminhos são secretos e apenas essas músicas ou perfumes conseguem chegar lá automaticamente. Não adianta querer lembrar conscientemente deles, você precisa dessas ferramentas (músicas, aromas, sabores, etc) para trazer a tona todas as emoções deles.
Acho isso fantástico! Tanto do ponto de vista físico (imagina que algo forte acontece dentro da química do seu cérebro porque você ouve uma música) quanto do ponto de vista emocional (você ter acesso a sensações boas, bastando escolher “aquela” música ou sentir “aquele” perfume). É uma mágica!!!
Logicamente que pode ser para o lado negativo também… mas esse eu gosto de evitar falar e sentir. Vamos ficar por aqui, na parte boa!!!
Vai lá agora e coloca aquela música que te faz bem, ela vai acionar os botões mágicos da sua mente, que vai liberar uma química boa no seu corpo e você vai ter uma sexta-feira bem mais feliz!
E essa é uma das músicas da felicidade! especialmente ela foi tocada na festa de 15 anos da minha filha, foi a música que ela escolheu de entrada! E o sorriso dela brilhando no rosto sempre é uma das coisas que mais me emocionam!!! Te amo sempre Fran!!!, porque você sempre é mais você!!

Seja mais, seja você!

Porque não consigo te esquecer?

te esquecer

Numa cena de filme, tipo água com açúcar, a protagonista perguntava para seu par romântico: porque não consigo te esquecer se você não merece nem mais um segundo do meu pensamento?

Trazendo para a vida real, fico pensando que esse fato é comum no universo sentimental. Muitas pessoas não conseguem virar a página tão facilmente. Usando a razão, ela tem a convicção que já está na hora de esquecer,  que ele não merece, que ele nem é tudo isso, etc…. Mas porque diabos, apesar de todos os defeitos, os desencontros, as raivas, os rancores, as mágoas e até a aparência física (antes tão bonito(a) e agora tão comum…) ela continua presa e querendo continuar apaixonada?

Minha conclusão é que essa pessoa está buscando ela mesma… só que no estado apaixonada. Ela não quer a outra pessoa perto dela porque ela/ele é incrível, inteligente, bonito e sedutor… Nesse caso, o/a outro(a) é apenas a sua ferramenta para sentir todas as sensações boas que uma paixão permite. É como se o/a outro(a) fosse o botão de despertar sentimentos viciantes de alegria, ansiedade, animação, sensualidade, felicidade, dentre outros. E sem ter o/a outro(a), ela fica sem a oportunidade de “se” acessar nessas sensações prazerosas. 

Teoricamente é o que acontece com qualquer vício, o objeto desejado é o instrumento de se “ativar” para realização física e emocional. Por isso, muitas vezes e dependendo do grau, para abandonar o vício é preciso de apoio psicológico. Não adianta não ter cigarro na bolsa… a falta dele continua existindo e chega a ser física.

Acho que por isso é importante se conhecer, para poder entender suas próprias reações e localizar “substitutos” para geração das emoções viciantes, para então conseguir se livrar do vício de gostar de alguém que você deveria esquecer.

Num caso desses, algumas amarras ainda ficam e precisam ser cortadas, tais como objetos que remetem ao ser querido, lugares que trazem memórias à tona, situações que favorecem recordações e assim por diante. E no paralelo, fortalecer  o “botão substituto”, qualquer que seja ele, preferencialmente alguém ou algo de maior qualidade e garantia de conexão mais duradoura.

Não sei se te ajudei a pensar sob outro ponto de vista… mas tentei!

Seja mais, seja você!

Felicidade e Prazer são químicas

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Tem química em tudo nessa vida! Para você ser feliz, é preciso que a química no seu cérebro esteja funcionando. A “Felicidade” é um estado provocado por uma boa quantidade de serotonina. O “Amor” vem da combinação da serotonina, dopamina e oxitocina. Para “Lutar ou Fugir” você precisa aumentar a produção de noradrenalina e adrenalina.  

Cada sentimento está conectado com uma ou mais substâncias químicas e conforme os estímulos aumentamos ou diminuímos a produção deles. Caso você esteja apaixonada, os 3 (serotonina, dopamina e oxitocina) estarão circulando mais fortemente no seu sangue. Se estiver amamentando, ocorre maior produção da oxitocina. E assim por diante.

A endorfina (endo=interno e morfina=analgésico) famosa por ser liberada após grande esforço físico, é um neurotrasmissor – que auxilia a comunicação no sistema nervoso. Quando estimulada gera uma grande sensação de bem estar.

A boa é que não é somente fazendo exercícios que você consegue liberar mais endorfina… Você pode:

  • tomar mais sol (raios ultravioleta são responsáveis por isso) 
  • ter mais orgasmos (a descarga elétrica que produzimos impacta na produção da endorfina)
  • tocar um instrumento (se for num show, é tão intenso como um exercício físico)
  • comer: chocolate, pimenta, uvas, frutas vermelhas, romã e vinho tinto.

Então, está dada a receita! procure incentivar as atividades acima e seja feliz!

Seja mais, seja você!

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Feitico do tempo: Você está enfeitiçado(a)?

Grande parte das pessoas estão enfeitiçadas, mas enfeitiçadas ao revés… Se feitiço é encanto e fascinação, muitos estamos presos na mesmice, esquecendo de nos encantar com as maravilhas que nos são apresentadas todos os dias.
Nesse filme, podemos ter uma ideia de como isso acontece: pense num cara mal humorado e de mal com a vida e o trabalho, esse é o personagem principal. Que tem a missão enfadonha de cobrir uma matéria banal numa cidade pequena dos EUA. Só que após a cobertura da matéria, que acontece no dia 2 de fevereiro, ele acorda no dia seguinte e está novamente no dia 2 de fevereiro e tem que fazer tudo de novo, ou seja, reviver o dia de “ontem” novamente, com tudo que ele menos gosta. E o filme segue assim, ele acorda e precisa fazer tudo de novo… está preso nesse dia continuamente. Inicialmente ele fica revoltado e agride as pessoas, depois começa a se acostumar e por fim, aprende que se os dias serão iguais, ele que precisa mudar para poder viver melhor. A partir desse aprendizado, ele começa a se divertir como um louco, tirando vantagem de todos os momentos que aparecem. Se torna uma pessoa carinhosa, romântica e de bem com a vida, se surpreendendo que agindo assim, o retorno é gratificante.
Concluindo, a lição do filme, é que, os dias são iguais, o que muda é como podemos aproveitar os momentos mudando nossa visão e não mudando o dia ou os outros. Não adianta esperar o amanhã achando que miraculosamente algo vai se transformar para você ser feliz! Você que precisa mudar, e se ficar sentado(a), nada vai mudar e seu mau humor vai continuar sendo sua principal companhia.
Seja mais, seja você!

As crianças e os jovens de hoje são felizes?

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Normalmente me pergunto isso porque percebo que a vida deles é muito diferente do que a minha foi. De certa forma, temos a mania de achar que só pode ser bom, se for como foi para nós mesmos…. Só que não! Aos poucos vou entendendo que eles não poderiam ser felizes como eu fui vivendo o que eu vivi. Porque muitas coisas mudaram, as pessoas receberam outras informações sobre o que é viver, foram expostas à outros meios de comunicação, outros tipos de relacionamento e outra criação e educação. O que foi bom para minha infância e adolescência não se encaixa hoje e não há meio de comparar se fui mais feliz do que eles são hoje. É como aquela frase que respondemos quando não temos ainda opinião formada: é diferente. Nem melhor, nem pior, é diferente.

Se no passado as crianças brincavam na rua o tempo todo, hoje eles “brincam” online, jogando com os amigos em tempo real. Ou seja, eles continuam “brincando” só que com outros jogos. O que pode ser discutido é sobre a falta de exercício físico, contato olho no olho, etc.. mas a diversão deles continua sendo jogar com os amigos, como foi para mim brincar na rua ou assistir TV – novela, sessão da tarde, desenhos animados, dentre outros.

Me lembro bem do aviso da minha mãe: se você não voltar até as seis da tarde, vou lá te buscar pela orelha! E a gente voltava direitinho, para não passar vergonha na frente dos amigos.

Os pais naquela época, também achavam um absurdo os filhos ficarem o dia todo na rua brincando… queriam mesmo que a gente ficasse em casa mais tempo, lendo e fazendo trabalhos manuais.

Então o ponto é que novamente os pais sempre querem que seus filhos se divirtam como eles se divertiram, mas já que o mundo mudou, porque não entendemos de uma vez por todas que não adianta a gente querer… precisamos mesmo é aceitar novas formas de relacionamento, amizades, vida, diversão e família. Do contrário, acontece um desgaste de relacionamento entre pais e filhos que não leva a nada, apenas afasta uns dos outros.