Home Office – uma realidade necessária

Cada vez mais as empresas estão se conscientizando que a prática de “home office” é necessária e produtiva. Há vários motivos para que essa tendência se confirme em hábito e prática das empresas: a trânsito caótico das cidades, a falta de condução adequada para ir trabalhar, o horário biológico de cada um, a distância que provoca desperdício de tempo, alguma condição pessoal e familiar que exija estar em casa, dentre vários outros…

Grande parte das pessoas que fazem o home office, dizem que a produtividade aumenta muito, pois ficam focados e conseguem dar sequencia nas tarefas que quando estão em ambiente corporativo, não conseguem. As diversas interrupções afetam quem precisa de concentração para trabalhar, então estando no escritório de casa, tudo flui muito mais rápido. 

Há vantagens para a empresa também… umas até chamam essa prática de “benefício”. Mas grande parte delas já entende que a qualidade de vida é fundamental para um relacionamento de longo prazo e, qualidade de vida, também é escolher onde trabalhar. Vejam que a escolha é apenas “onde” e não “trabalhar”. 

Para que o home office funcione, é preciso de disciplina e organização. Você precisa “ir” trabalhar e “voltar” do trabalho. Não adianta se perder nas tarefas da casa ou brincar com as crianças… o certo é ter hora para começar e terminar o trabalho. Assim você não fica com a sensação de estar trabalhando 24 horas por dia. Terminou, feche tudo e volte sua vida pessoal. 

Pensando nisso, é importante que você tenha um espaço agradável para essa tarefa. Hoje há vários formatos de escritórios, usando pouco espaço, mas de forma organizada e bonita para que trabalhar seja um prazer.

Seja mais, seja você!

Vejam algumas fotos de estilos diversos!

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Vídeo

Se sua família fosse uma empresa…

… e você tivesse que mudar para uma casa menor, como faria para que sua filha “demitisse” parte dos seus brinquedos ?

Hoje estamos muito vacinados em relação aos processos diversos das empresas para “enxugar” o quadro, demitir para poder entregar o lucro, demitir por questões de desempenho, etc…, mas a verdade é que colocando sob o ponto de vista pessoal, conseguimos pensar de forma diferente sobre esses processos. Tanto do ponto de vista de quem conduz o processo de demissão quanto das pessoas que permanecem na empresa. Não há preparo nem para demitir com dignidade e nem para aparar os que ficam.

Vendo esse vídeo, me fez pensar que realmente hoje nem sentimos mais quando perdemos um companheiro de trabalho, simplesmente aceitamos que uns vão e outros vem. Deixamos de nos aproximar das pessoas no ambiente profissional justamente porque nunca sabemos o dia de amanhã. Nesse processo, nos tornamos pessoas frias e calculistas, não permitindo envolvimento para não sofrer com a perda posteriormente, pois sabemos que mais cedo ou mais tarde ela virá.

Não estou aqui dizendo que as empresas devem gerir o negócio como se fosse “pessoal”. Precisam sim buscar o lucro e entregar os números, porém há muito o que se discutir sobre essa arbitrariedade, uma vez que em várias empresas há muito “roto falando do esfarrapado”. Ou seja, muitos gestores péssimos que não conseguem conduzir e motivar equipe e que se mantém nos cargos por questões políticas ao invés de bom desempenho.

Por fim, esse vídeo mostra bem isso: por um lado como o conflito de interesses difere entre um e outro, nos dando uma noção que equipe hoje não passa de um número – sua matrícula na empresa, que deve seguir a regra de outro número – número de funcionários permitido no quadro, que por sua vez obedece às normas do número um – presidente que se comprometeu com lucro XYZ. (para ser bem simplista na lista da obediência aos números). Por outro lado, como a equipe sofre ao ter que escolher qual profissional vai demitir, pensando apenas no interesse da empresa, sendo que estamos falando de pessoas e não de material de trabalho.